Resumo: em entrevista na primeira edição do podcast Tudo AV, o pastor André Valadão afirma que Lagoinha Global não funciona como franquia. A igreja se apresenta como organizada, com padronização entre unidades no Brasil e no exterior, e com encontros frequentes entre pastores e líderes para alinhamento de diretrizes, reforçando seu foco na missão da Lagoinha.
Valadão rebate críticas feitas nas redes sociais sobre a estrutura de expansão, deixando claro que a Lagoinha não é franquia, mas uma igreja estruturada. “A Lagoinha não é franquia. A gente é uma igreja organizada”, disse o pastor.
Segundo ele, o modelo de gestão difere da autonomia típica de muitas igrejas batistas. A padronização e a ordem interna do ministério são características que chamam atenção, gerando questionamentos entre quem não concorda com esse formato.
“A organização assusta o desorganizado. A ordem incomoda aquele que é desordenado”, comentou Valadão, ressaltando que a percepção externa nem sempre corresponde à prática da igreja.
A Lagoinha Global promove encontros regulares entre pastores e líderes, com momentos de oração, estudo bíblico e alinhamento de diretrizes. Esse conjunto é visto como o cerne da região, onde a igreja vive sua vida diária. “Esse é o coração da igreja, esse é o que a gente ama viver”, afirmou.
A Lagoinha Batista completa cerca de 70 anos de história, nascida no bairro Lagoinha, em Belo Horizonte. A expansão para outras cidades e países ganhou força sob a liderança de André Valadão, consolidando a presença da igreja em diferentes localidades.
Fonte: Tribuna Gospel. E você, qual é sua leitura sobre esse modelo de expansão? Deixe seu comentário e apresente sua opinião sobre igreja organizada versus franquia, o papel da padronização e o impacto nas comunidades locais.
