A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou a renovação do contrato com Carlo Ancelotti até a Copa do Mundo de 2030, garantindo continuidade ao treinador que chegou em maio de 2025. A decisão reforça o objetivo de manter o Brasil entre as melhores seleções do futebol mundial pelas próximas temporadas.
O acordo foi firmado por mais quatro anos, renovando a parceria entre a CBF e o técnico com base na confiança no trabalho desenvolvido e no apoio da torcida. Ancelotti agradeceu a receptividade do país e disse que o objetivo continua o mesmo: levar o Brasil ao topo do futebol mundial.
No período à frente, o brasileiro sob o comando dele atuou em 10 jogos, com 5 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. A equipe marcou 18 gols e sofreu 8, números que apontam para evolução e estabilidade sob a gestão do italiano.
O retorno ocorre em um momento de instabilidade no início da passagem de Ancelotti, quando havia risco de o Brasil ficar fora da Copa do Mundo a ser disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O trabalho, no entanto, permitiu uma recuperação necessária e a manutenção da vaga em tempo hábil.
Para a Copa de 2030, o Brasil ficou no Grupo C. A estreia está marcada para 13 de junho, contra Marrocos, seguida por duelo com Haiti (19/6) e o confronto com a Escócia (24). O calendário completo foi mantido para garantir planejamento da equipe e da torcida.
O presidente da CBF, Samir Xaud, ressaltou que a renovação representa um passo firme para manter a seleção pentacampeã no mais alto nível. Ele destacou a importância de fortalecer a estrutura da entidade e a confiança construída com o técnico e o elenco.
Ancelotti falou sobre a gratidão pela continuidade e reforçou o compromisso de seguir trabalhando para grandes resultados. “Cheguei há um ano e entendi o que o futebol significa para este país. Vamos juntos até 2030. Obrigado, Brasil, pela calorosa recepção,” declarou o treinador, evidenciando a sintonia com a torcida e a diretoria.
Com a renovação assegurada, o Brasil mira não apenas a participação, mas o título na Copa de 2030, buscando manter o ritmo de crescimento e a credibilidade conquistada nos últimos anos, enquanto encara o ciclo rumo ao hexa em solo norte-americano, canadense e mexicano.
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