Resumo: Bahia ficou no 1 a 1 com o Grêmio, pela 16ª rodada do Brasileirão, na Arena Fonte Nova. Rogério Ceni tratou da pressão sobre o clube, das vaias da torcida e afirmou que não pensa em deixar o comando. O técnico analisou o desempenho da equipe e pediu paciência neste momento da temporada.
Ceni destacou que o time criou várias oportunidades de gol e que, mesmo com o volume de jogo, a bola não entrou. O Bahia permanece sem vencer no Brasileirão. Sobre os protestos dentro e fora do estádio, ele disse entender o direito de manifestação e reconheceu o peso da eliminação para o Remo na Copa do Brasil. O treinador reconheceu a frustração da torcida, mas manteve o foco no equilíbrio do campeonato e na necessidade de reagir.
O técnico também abriu sobre a sua rotina e a paixão pela profissão. Dito quase como um mantra, ele afirmou que trabalha cerca de 12 horas diárias, vive para o treino e quer que a torcida volte a apoiar o time. “Não vou abandonar o trabalho por causa de críticas”, enfatizou, ressaltando que a vida de treinador é enfrentar cobranças, manter a confiança dos atletas e continuar lutando pelo sucesso. Ceni reforçou que a cobrança faz parte do processo, mas pediu união para transformar o esforço em vitórias.
Na avaliação tática, o treinador mencionou oito oportunidades claras de gols criadas no jogo, destacando que o problema foi justamente a conclusão. O Bahia volta a campo na próxima segunda-feira, 25, às 20h, enfrentando o Coritiba no Couto Pereira, pela 17ª rodada do Brasileirão, em busca de ampliar a recuperação no campeonato. O elenco segue sob pressão, mas com a expectativa de reencontrar o caminho das vitórias.
