Resumo: O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou, neste domingo, 17 de maio, que o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, não recebeu contrapartidas de financiamento de Daniel Vorcaro, controlador do banco Master. A produção — que narra a trajetória política do ex-presidente — volta a entrar no centro de debates após revelações sobre o financiamento e possíveis vínculos com o banqueiro.
A reportagem do The Intercept Brasil aponta que houve um contrato de patrocínio envolvendo Vorcaro, com o valor total estimado em US$ 134 milhões destinados à produção. Em resposta, Eduardo negou qualquer relação estreita com Vorcaro ou recebimento de dinheiro dele, alegando que não houve contato entre as partes nem benefício financeiro ligado ao filme.
Durante entrevista, Eduardo comentou que, se houve conversas com Vorcaro, não houve promessa de vantagens e que não participou de encontros relacionados ao longa. Ele disse ainda que o acordo apresentado pela imprensa se restringiu ao filme e não envolve outras iniciativas.
Sobre a vida familiar no exterior, o ex-deputado afirmou manter renda passiva e citou que a família se mudou para os Estados Unidos em fevereiro do ano passado. Como exemplo de renda para manter a família, ele mencionou uma transferência de R$ 2 milhões via Pix destinada à campanha de Jair Bolsonaro.
O tema envolve nomes próximos ao ex-presidente e ganhou novo fôlego após a reportagem. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reconheceu, após inicialmente negar, que houve patrocínio; Eduardo reitera que não houve relação formal com Vorcaro. O caso segue sob escrutínio da imprensa e do público. Palavras-chave: Dark Horse, Eduardo Bolsonaro, Daniel Vorcaro, The Intercept Brasil, Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro.
