“Lula não tem moral para dar lição sobre combate ao crime”, diz Ruas

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O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, reagiu às declarações de Lula sobre a indicação do próximo governador caso a Alerj apontasse alguém ligado a milícias. Ruas afirmou que o chefe do Planalto não tem moral para falar de combate ao crime organizado ao tratar do tema no estado.

Em posição enviada ao Metrópoles, Ruas acusou Lula de desrespeitar a população do Rio ao fazer ataques amplos. O também oposicionista de Eduardo Paes, pré-candidato do PSD ao governo estadual, disse que Lula e Paes não possuem legitimidade para ditar políticas de segurança ao Rio de Janeiro.

O chefe da Alerj lembrou ainda que a discussão envolve acusações históricas sobre milícias, citando que a política de violência cresceu durante governos do PT. Ele destacou que o estado mais violento do país não pode ser governado por quem, segundo ele, alimenta esse cenário, incluindo o PT e aliados na região.

Ainda na sequência das declarações, Ruas comentou que a única deputada estadual alvo de operação por suspeita de ligação com milícia pertence ao partido de Paes, indicando uma contradição em relação aos ataques de Lula. O presidente da Alerj reforçou que essa confrontação não ajuda a resolver a violência no estado.

Mais cedo, durante agenda na capital, Lula pediu que o novo ocupante do Palácio Guanabara tome providências contra a atuação de milícias. Em tom firme, o presidente destacou que o estado não pode continuar sob o domínio de grupos criminosos e pediu que Couto prenda quem governou o Rio ao longo dos anos, reforçando a ideia de enfrentar o problema com firmeza e respeito às instituições.

A Alerj respondeu por meio de nota que respeita as instituições da República e espera o mesmo respeito de todas as autoridades. O Parlamento afirmou que é inaceitável qualquer tentativa de generalizar ou criminalizar seus representantes. A mensagem foi de que é hora de união entre os poderes para restabelecer a ordem e reduzir a influência de milícias na região, mostrando que a população quer políticas de segurança mais eficazes e estável.

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