Um levantamento do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, divulgado em julho de 2025, aponta Maranguape (CE) como a cidade com a maior taxa estimada de homicídios, 87,2 por 100 mil habitantes. Logo atrás vêm Jequié (BA) com 79,4 e Maracanaú (CE) com 74,1, seguidas de Itapipoca (CE) com 74,0 e Caucaia (CE) com 72,9. O quadro aponta um panorama de violência concentrada em cidades do Nordeste e de áreas urbanas diversas.
No ranking, aparecem as seguintes cidades: 1º Maranguape (CE) — 87,2; 2º Jequié (BA) — 79,4; 3º Maracanaú (CE) — 74,1; 4º Itapipoca (CE) — 74,0; 5º Caucaia (CE) — 72,9; 6º Juazeiro (BA) — 71,1; 7º Feira de Santana (BA) — 67,0; 8º Porto Seguro (BA) — 64,6; 9º Simões Filho (BA) — 64,0; 10º Camaçari (BA) — 62,9. Os números ressaltam a pressão da violência em municípios de diferentes estados.
Todas as cidades baianas listadas acima também integram as 20 mais violentas do Brasil, segundo o mesmo anuário. Salvador aparece em 20º lugar, com 52,7 homicídios por 100 mil habitantes, consolidando-se como a capital mais violenta do país. Entre as cidades citadas, Maceió (AL) registra 45,9; Macapá (AP), 45,6; Recife (PE), 45,5; e Fortaleza (CE), 42,2.
A Bahia, nesse contexto, é o segundo estado mais violento do Brasil, com taxa de 40,9 por 100 mil habitantes, ficando atrás apenas do Amapá (45,7). Em relação à violência contra a mulher, a Bahia fica acima da média nacional: 5,4 mortes por 100 mil mulheres, contra 3,4 no país, ainda que tenha registrado uma queda de 10% entre 2023 e 2024.
Além disso, o levantamento aponta que, entre estados, Roraima lidera com 12,6, seguido por Rondônia e Ceará, ambos com 5,7. Os dados, compilados pelo G1, ajudam a entender onde a violência é mais presente e onde políticas públicas precisam atuar com mais prioridade para proteger cidadãos e cidadanas nas cidades e regiões envolvidas.
