No escritório de advocacia, durante a assinatura do divórcio, o ex-prefeito e vereador Romildo Veloso e Silva (PP), de Ourilândia do Norte, Pará, disparou contra a ex-esposa , conhecida como Léia Veloso. Icicléia foi socorrida, mas morreu na tarde de quinta-feira. Romildo foi encontrado morto no banheiro do mesmo local, com um disparo na cabeça. A Polícia Civil abriu dois inquéritos para feminicídio e suicídio, e a prefeitura decretou luto oficial de três dias no município.
Icicléia Alves Veloso, empresária da região, era conhecida como Léia Veloso. Testemunhas relataram que Romildo pediu para falar a sós com ela, no momento do divórcio; assim que o advogado deixou a sala, os disparos foram ouvidos. Duas armas foram localizadas junto ao corpo de Romildo e apreendidas pela Polícia Civil.
A Polícia Civil do Pará abriu dois inquéritos para apurar feminicídio e suicídio. Perícias foram solicitadas e as imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para esclarecer as circunstâncias do crime e o que motivou o desfecho trágico.
A Prefeitura de Ourilândia do Norte divulgou nota de pesar pela morte de Icicléia e decretou luto de três dias no município, em sinal de solidariedade à família e aos envolvidos. O caso permanece sob investigação, com atuação coordenada entre a polícia e o poder público municipal.
Este episódio reacende o debate sobre violência doméstica, segurança pública e a proteção às vítimas. Compartilhe sua visão nos comentários: quais medidas você acredita que podem ajudar a evitar casos como este no futuro?
