Operação Magnum: Polícia Civil desarticula grupo criminoso em Teixeira investigado por homicídios, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa

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Operação Magnum avançou em Teixeira de Freitas, com prisões temporárias e investigações que miram uma rede de tráfico de drogas ligada a entregas por delivery, buscando desarticular uma organização criminosa que disputava o controle do comércio ilícito.

A apuração teve início após o homicídio de Gabriel de Jesus Wildemberg Cajá, ocorrido em 18 de fevereiro de 2026. As investigações indicam uma disputa no tráfico de entorpecentes, com a vítima associada a um esquema que já promovia um sistema de entrega automática aos clientes, sob os codinomes “Zé Delivery”, “Zé Tempero” e “Zé Flores”.

Ao aprofundar as diligências, a Polícia Civil abriu uma segunda linha de apuração para mapear a atuação da organização ligada à vítima e o redesenho do tráfico na cidade. Provas reunidas embasaram a solicitação de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, autorizados pelo Poder Judiciário.

Até o momento, três prisões temporárias já foram cumpridas: Cassiano Dias Brito, 29 anos (lotado na Secretaria de Meio Ambiente de Teixeira de Freitas); Rafael Nunes Di Lauro Dias, 23; e Verônica Silva Cardoso Gama, 38 (conhecida por oferecer serviços de marketing digital na cidade). Em diligência, Geovanne Santos de Novais, 18, foi preso em flagrante pelo tráfico de drogas, com porções de cocaína apreendidas para o DPT.

A investigação também aponta ligação entre o crime contra Cajá e o crescimento de uma facção rival, abrindo a possibilidade de que Arthur Silva de Lucena, conhecido como “Rato”, tenha ligação com o grupo investigado. Delegados responsáveis destacaram que Cajá integrava o espectro de atuação de organizações criminosas que expandiam o tráfico na região.

As equipes seguem agindo, com a expectativa de cumprir novas medidas judiciais até a próxima sexta-feira, incluindo mandados de prisão e de busca e apreensão em Teixeira de Freitas e em outros estados. A operação Magnum já sinaliza a intensificação das ações contra a organização, com andamento contínuo até novas informações serem divulgadas. Os presos permanecem custodiados na carceragem da 8ª Coorpin, à disposição da justiça.

Segundo o delegado Willian Pereira, a Magnum reforça o combate ao tráfico de drogas e às organizações que atuam na região, buscando reduzir a violência associada à disputa pelo controle do comércio ilegal de entorpecentes. O desdobramento do caso deve trazer novas informações nos próximos dias, à medida que as diligências avançam.

E você, qual é a sua leitura sobre o esforço das autoridades para coibir o crime organizado na região? Compartilhe seu ponto de vista nos comentários, e ajude a discutir caminhos para a segurança pública.

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