Desde 2023, a ligação entre as avenidas Paralela (Luís Viana Filho) e Tancredo Neves, promovida por meio de um pontilhão na Rua Marcos Freire, foi criada para reduzir o tempo de deslocamento. Agora, a Transalvador avalia duas opções para melhorar o fluxo na região, que ainda registra gargalos e acidentes frequentes. Dados do NOA indicam uma redução média de até 16% no tempo de viagem entre 2023 e 2025.
O pontilhão facilita o retorno da região do Centro Médico Iguatemi diretamente, sem precisar contornar o Salvador Shopping ou o Hospital Sarah. Embora tenha ampliado o acesso, ele se tornou um dos principais gargalos da área, mantendo o foco de novas intervenções para evitar acidentes.
Entre as possibilidades em estudo, uma seria a criação de um mergulhão naquela região, seguindo a linha de soluções subterrâneas para desafogar vias. Um exemplo positivo é o Complexo Viário Tati Moreno, que conecta Tancredo Neves a Magalhães Neto. A outra opção envolve medidas mais diretas, como o uso de gelo baiano para restringir o acesso à Paralela, forçando o tráfego a seguir pela lateral do shopping. Ambas exigem planejamento cuidadoso por se tratar de uma área de alto movimento.
A prefeitura informou que, entre 2023 e 2025, a região do Iguatemi registrou queda de 20% nos engarrafamentos, com a inauguração do viaduto direcional Zé Linhares prevista para 26 de janeiro, ligando a frente do shopping à área do Detran. Além dessas ações, as intervenções já realizadas incluem o Pontilhão Marcus Freire, a ponte sobre o Rio Camarajipe, o mergulhão da Tancredo Neves para a Magalhães Neto e o Viaduto Duda Mendonça, além da implantação do sistema BRT.
Essas medidas foram embasadas no monitoramento contínuo e na análise de dados do Núcleo de Operação Assistida (NOA) da Transalvador, que aponta melhoria no fluxo viário da região e redução nos tempos de deslocamento. A expectativa é manter o tráfego mais fluido e previsível nos próximos meses.
E você, o que acha dessas propostas? Deixe seu comentário com a sua opinião sobre as intervenções e como elas podem impactar o dia a dia de quem passa pela Iguatemi e arredores.
