Nikolas rebate Lula após declaração sobre “home office” de Neymar

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VINÍCIO SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Nikolas Ferreira fala com jornalistas

Belo Horizonte — o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu a uma fala do presidente Lula que classificou Neymar como jogador de “home office”. Ferreira lembrou que o jogador estava lesionado e que o presidente ficou em casa por um tempo após condenação, destacando que as situações são bem distintas.

A declaração de Lula foi feita durante uma agenda em Belo Horizonte, quando o presidente mencionou Neymar ao falar sobre futebol e igualdade de gênero. Em tom de provocação, Lula chamou o atacante de “primeiro jogador home office do mundo”, gerando reação rápida nas redes.

“Tem uma pequena diferença aí, Lula. O Neymar estava em casa e agora foi convocado porque estava machucado. Você ficou em casa durante um tempo porque tinha sido condenado. É uma diferença bem grande”, afirmou Nikolas Ferreira em vídeo publicado nas redes sociais. A resposta enfatiza a disparidade entre ficar afastado por lesão e cumprir regime de prisão.

O episódio também teve desdobramentos combativos: o deputado contestou o tom da crítica de Lula diante de uma criança e questionou se esse é o tipo de postura que o Brasil quer ter no topo do poder. Ferreira disse ainda que o presidente, que deveria valorizar as estrelas do futebol, estaria zombando do ídolo máximo da Seleção.

Além disso, Nikolas elevou o tom da fala ao fazer referência à prisão do ex-presidente, ao ironizar a situação política com uma frase dura: “Quer fazer piadinha, Lula? Aguenta piadinha também.” Em seguida, acrescentou que Neymar “conheceu a esposa dele e não foi na cadeia”, tentando ampliar o debate sobre justiça e mérito esportivo.

O comentário de Lula ocorreu durante a cerimônia de anúncio de investimentos de 89,3 milhões de reais no Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte. A troca entre Neymar, lesão e críticas políticas ganhou espaço nas redes, alimentando a discussão sobre uso de atletas como tema político e as reações de apoiadores e opositores.

E você, o que acha dessa provocação entre esporte e política? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como essa troca impacta a forma como vemos o papel de atletas e astros do futebol na cena pública.

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