Programação junina promove acolhimento e bem-estar para pacientes do Hospital da Mulher

Escrito por: Diógenes Cunha

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O mês de junho ganhou cara de festa no Hospital da Mulher Maria Luzia Costa dos Santos (HM), em Salvador. A unidade promoveu uma programação junina que levou música, cultura e alegria a pacientes, acompanhantes e profissionais, reforçando uma abordagem de cuidado que valoriza o bem-estar emocional ao lado do tratamento clínico.

A ação ganhou corpo com apresentações dos grupos Flor Serena e SD3, que percorreram enfermarias e corredores ao som de forró, levando leveza aos espaços hospitalares. A ideia foi transformar o dia a dia das internações, criando momentos de convivência e descontração mesmo nos momentos de tratamento.

Na Casa de Apoio do HM, que acolhe pacientes em tratamento oncológico vindas de várias regiões da Bahia, a festa ganhou palco com César Sampaio e a encenação do tradicional Casamento na Roça. Pacientes e acompanhantes participaram ativamente, assumindo papéis como noiva, noivo, padre e delegado, fortalecendo o sentimento de grupo e pertencimento.

A terapeuta ocupacional Fabiana Carvalho destaca que essas atividades fortalecem vínculos entre pacientes, familiares e equipe de assistência, além de tornar o tratamento mais acolhedor. “Proporcionar festas juninas contextualiza essa época tão marcante para o nordeste e, ao mesmo tempo, torna o cuidado mais leve”, diz.

Para a paciente Jarielly Nascimento, de 22 anos, natural de Camaçari, a experiência representou um importante momento de acolhimento: “Foi muito bom poder vivenciar tudo isso em um ambiente hospitalar. A alegria e o incentivo das pessoas foram fundamentais para não desistir.”

Essa programação faz parte das ações de humanização do HM, que visam não apenas o cuidado clínico, mas também o bem-estar emocional, a convivência social e a qualidade de vida durante o tratamento. O hospital segue investindo em atividades que aproximam pacientes de suas famílias e fortalecem a rede de apoio.

Conte para a gente nos comentários como iniciativas assim impactam o seu dia a dia ou o de alguém que você acompanha. Qual memória junina você guardaria de um momento de cuidado? Sua opinião pode inspirar mais ações solidárias como estas.

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