Milton Neves nega perseguição após ação vencida por jornalista

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Milton Neves divulgou, por meio de sua assessoria, uma nota oficial sobre a disputa trabalhista envolvendo o ex-funcionário Roberto Pereira Gozzi. A Justiça reconheceu vínculo entre 2013 e 2015 e determinou o pagamento de verbas trabalhistas de quase R$ 190 mil. A assessoria afirma que não houve perseguição e que os casos subsequentes são de natureza comercial, sem relação com perseguição pessoal ou profissional.

O texto oficial sustenta que os fatos ligados à ação trabalhista já foram amplamente analisados pelo Poder Judiciário, que proferiu decisão definitiva. Sobre as demais alegações, a nota as classifica como unilaterais e destoantes da realidade. Segundo a assessoria, os processos citados adiante decorrem de controvérsias comerciais e não guardam relação com perseguição.

Entenda o caso: Roberto Pereira Gozzi moveu ação contra a MN Terceiro Tempo Rádio e Publicidade Ltda., alegando trabalho não registrado em parte do período, diferenças salariais e horas extras não pagas. A Justiça reconheceu o vínculo empregatício entre 2013 e 2015 e determinou o pagamento de verbas trabalhistas, com valor próximo a R$ 190 mil. A indenização por assédio moral não foi acolhida, e a decisão transitou em julgado. Além disso, o ex-funcionário afirmou sofrer perseguição profissional após a ação, acusação que é contestada pela assessoria de Milton Neves, que vê nos demais autos apenas disputas comerciais.

A nota na íntegra reitera que não houve perseguição contra o ex-colaborador e que não serão emitidos novos comentários no momento, por respeito às decisões judiciais, às partes envolvidas e aos processos em curso.

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Leia a nota na íntegra: o comunicado reafirma que os fatos já foram amplamente discutidos pela Justiça, que não houve perseguição e que os processos posteriores decorrem de controvérsias comerciais, sem relação com perseguição pessoal. A assessoria reforça ainda que não haverá novos comentários público neste momento, por respeito às decisões judiciais.

E você, leitor, o que pensa sobre a condução de disputas trabalhistas envolvendo figuras públicas e como a comunicação oficial pode influenciar a percepção do público sobre casos judiciais? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa.

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