Novas regras para a CNH, anunciadas em 2026, estão alterando o cenário da habilitação no Brasil com redução de custos, padronização da avaliação e maior procura pela carteira. Entre janeiro e maio, foram aplicados 2.280.021 exames práticos, realizados 2.343.393 cursos e emitidas 1.138.190 primeiras habilitações.

Entre as mudanças, destaca-se a redução de custos com a exclusão da obrigatoriedade do curso teórico nas autoescolas, que resultou em economia superior a 1,84 bilhão de reais. Em estados como Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o gasto com essa etapa podia chegar a aproximadamente 1 mil reais por pessoa. Os custos totais das aulas teóricas e práticas variavam entre 3 mil e 5 mil reais, segundo o levantamento.
Consoante o levantamento oficial, mais da metade da economia registrada nacionalmente está concentrada em seis unidades da federação, incluindo o Distrito Federal.

Além da redução de custos, as mudanças padronizaram a avaliação prática. O Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular definiu parâmetros únicos para todo o país, retirando a baliza como etapa obrigatória. O novo modelo utiliza um sistema de pontuação: faltas leves valem 1 ponto, médias 2, graves 4 e gravíssimas 6. O candidato permanece apto à aprovação desde que a soma não ultrapasse 10 pontos; ultrapassando esse limite, há reprovação automática. A antiga regra de eliminação imediata após uma falta foi modificada, permitindo que o candidato conclua a avaliação mesmo após uma falta que, antes, enceraria o teste.
Essas mudanças representam uma aposta em maior acesso à habilitação com regras mais claras. E você, o que acha dessas alterações? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como essas medidas impactaram sua experiência ou de pessoas próximas.
