Durante a inauguração do Teatro Castro Alves, a deputada estadual e pré-candidata a deputada federal Olivia Santana (PCdoB) relembrou dois momentos marcantes que moldam sua relação com o espaço: uma estreia no palco ainda jovem e, anos depois, uma participação pública que ajudou a enaltecer a cultura e o protagonismo das mulheres na Bahia.
O primeiro momento aconteceu no começo dos anos 90, quando Olivia era estudante e integrou um coral universitário. “Até no palco já me apresentei. Quando eu era estudante e fazia coral universitário. Foi no começo dos anos 90”, relembrou, ao falar da ligação afetiva que sempre teve com o TCA e com as lembranças de seus primeiros passos na música.
O segundo marco ocorreu durante sua atuação como secretária de Políticas para as Mulheres do estado. “Nós fizemos um projeto chamado Mulher com Palavra e trouxemos Preta Gil e Elza Soares para o TCA”, contou a parlamentar, destacando a importância de levar à casa de espetáculos vozes e referências que fortalecem a participação feminina. Ela reforçou a emoção que o espaço desperta, dizendo: “eu tenho muita afetividade, tenho muita história para contar, é uma emoção muito grande”.
Ao lado de artistas e movimentos, Olivia Santana apontou o Teatro Castro Alves como palco de encontros transformadores, onde memória e futuro caminham juntos. A fala ressaltou não apenas o papel cultural do TCA, mas também a capacidade do espaço de representar trajetórias pessoais e políticas que impactam a vida das pessoas na Bahia.
E você, já teve alguma memória marcante ligada ao Teatro Castro Alves ou a algum projeto cultural que tenha ajudado a moldar sua visão sobre arte e cidadania? Compartilhe sua experiência nos comentários e conte como esse espaço já influenciou sua história.
