Resumo: O ídolo japonês Keisuke Honda abriu a possibilidade de treinar a seleção do Japão por um ano, durante a Copa da Ásia, caso Hajime Moriyasu não tenha continuidade no cargo.
Em postagem na X, Honda afirmou que toparia o desafio caso não haja candidatos viáveis para o próximo treinador. “Se não houver candidatos viáveis para o próximo treinador, me experimentem por um ano. Se perdermos a Copa da Ásia, podem me demitir sem discussão. Eu topo esse desafio”, disse o ex-jogador.
Presidente no currículo, Honda atuou em clubes de ponta, como Milan, e também no Botafogo. Ele já disputou três Copas do Mundo pela seleção japonesa (2010, 2014 e 2018), consolidando-se como referência do futebol nipônico.
A proposta chega pouco depois da derrota do Japão por 2 a 1 para o Brasil nas oitavas de final da última Copa do Mundo, o que reacende o debate sobre a continuidade da comissão técnica atual.
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Enquanto o debate técnico não ganha definição, a ideia de Honda traz um tom de novidade ao cenário japonês. O ex-jogador, que atuou em grandes clubes europeus, reforça a possibilidade de uma transição rápida caso a federação veja na sua experiência um valor imediato para retomar o desempenho da equipe.
O que você acha dessa proposta de um treinador por um curto período? Honda seria uma opção viável ou prefere-se uma linha mais tradicional de continuidade? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão.
