Resumo: Estudantes da rede estadual da Bahia abriram as comemorações pelos 203 anos da Independência com a passagem do Fogo Simbólico do 2 de Julho, destacando a atuação das bandas escolares e a importância dos desfiles cívicos para a comunidade.
A apresentação ocorreu em frente ao Colégio Estadual Professora Noêmia Rego, marca inicial de um desfile que percorreu o Largo do bairro Valéria. A tocha simbólica foi recebida ao fim do trajeto, após passagem por Cachoeira e Simões Filho, simbolizando a continuidade da luta pela liberdade.
Ao chegar ao Largo de Pirajá, foram realizados os atos cívicos tradicionais: hasteamento das bandeiras, execução do Hino Nacional, acendimento da pira e a tradicional homenagem ao general Labatut, elementos que fortalecem o sentimento de identidade regional e nacional.
Para a estudante Elaine de Sales, de 19 anos, que participa com o quadriton, a ação serve como preparação para o desfile cívico do 2 de Julho. Ela está na banda há quase uma década e viu nesse ato simbólico uma oportunidade de representar a comunidade escolar com orgulho.
O instrutor Rodrigo Oliveira reforçou o papel pedagógico das bandas: “Essas atividades mostram que os jovens podem ocupar espaços de protagonismo, aprendendo e expressando arte no dia a dia.”
Este ano, 2.941 estudantes de 30 colégios estaduais em Salvador e na Região Metropolitana, além de 57 instituições do interior, vão desfilar no tradicional cortejo do 2 de Julho. O trajeto começa no Largo da Lapinha, segue pela Avenida Sete de Setembro até o Campo Grande, com as bandas divididas entre turnos da manhã e da tarde, dentro do Projeto Fanfarras Escolares da SEC.
A participação das fanfarras e bandas marciais reforça o papel educativo da música nas escolas, promovendo talentos locais e fortalecendo a memória histórica da Bahia. E você, já acompanhou algum desses desfiles? Compartilhe sua experiência nos comentários e conte como a música da sua região impacta a comunidade.


