Coreógrafo do DF frustra festa junina e não entrega roupas a crianças

Escrito por: Diógenes Cunha

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Pais de alunos de uma escola particular em Taguatinga denunciam ter sido vítimas de um golpe envolvendo um coreógrafo contratado para coordenar os ensaios da quadrilha da festa junina. Cerca de 100 estudantes teriam pago R$ 170 cada pela confecção dos figurinos, totalizando aproximadamente R$ 17 mil, mas as roupas não foram entregues e o caso segue sob investigação por estelionato.

Arte/Metrópolis
Coreógrafo do DF frustra festa junina e não entrega roupas a crianças

O cronograma previa a entrega para 25 de junho, mas o horário foi alterado para 13h e, pouco antes, às 16h, o coreógrafo Bryan Gadelha Vieira da Cunha informou que as peças não seriam entregues, alegando má confecção.

A costureira responsável pela confecção, Diva Costuras, afirma ter recebido apenas R$ 4 mil de um total combinado de R$ 15 mil (38 peças masculinas e 54 femininas). O tecido utilizado foi considerado de baixa qualidade e insuficiente, o que exigiu compra de material extra; mesmo assim as peças não foram entregues por não pagamento.

O Colégio Objetivo divulgou nota lamentando o ocorrido e reiterando que não participou nem intermediou a contratação de coreógrafos, costureiras ou demais prestadores. A instituição informou ainda que não gerenciou pagamentos nem definiu modelos de figurino, cobrando responsabilidade das famílias envolvidas.

As famílias registraram boletins de ocorrência e buscam ressarcimento. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a 17ª Delegacia de Polícia de Taguatinga, encerrando os relatos com a presença de estelionato. Em depoimentos, as vítimas relatam que o coreógrafo prometia devolver os valores, mas as cobranças continuaram em grupo criado pela coordenação da unidade.

Costureira vítima A Diva Costuras também afirma ter sido prejudicada. Segundo ela, recebeu apenas R$ 4 mil de uma prestação de R$ 15 mil, para 38 peças masculinas e 54 femininas. Ela relata que o material fornecido era de qualidade inferior e que precisou repor itens, mas não houve pagamento pelo trabalho finalizado.

E você, o que acha dessa situação envolvendo contratos informais e eventos escolares? Compartilhe sua opinião sobre como evitar golpes desse tipo e como as famílias podem se articular para cobrar ressarcimento e ampliar a transparência nessas negociações.

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