Pré-candidato ao Planalto disse que operação da PF contra ex-presidente é “suspeita” e deveria ser conta Viviane Barci de Moraes
Resumo SEO: Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, criticou a PF por mirar o ex-presidente Jair Bolsonaro e sugeriu que a investigação deveria ter alcançado Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O episódio inclui nova busca na casa de Bolsonaro, ligação com um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master e o debate sobre a ingerência entre STF e o poder econômico. Palavras-chave: Romeu Zema; PF; Jair Bolsonaro; STF; Viviane Barci de Moraes; Banco Master.

Romeu Zema, pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, afirmou nesta quarta-feira que a operação da Polícia Federal (PF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro é suspeita e que, na sua leitura, poderia ter mirado a advogada Viviane Barci de Moraes, casada com o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Durante um encontro da Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios, ele disse que a ação parece extremamente suspeita e questionou se o juiz envolvido teria aprovado uma invasão na casa da advogada que fechou um contrato de R$ 129 millions com uma empresa ligada a Viviane. “Essa operação está causando vergonha ao Brasil”, comentou.
O contrato citado envolve Viviane Barci com o Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso desde março no marco de investigação de fraude no sistema financeiro.
“O STF tem gente lá que, ao invés de olhar para os interesses do Brasil, está preocupado em filar milionário. Será que esse ele vai aprovar a operação contra Viviane Barci? Essa o brasileiro vai aplaudir”,
Zema também criticou a atuação de alguns ministros do STF, sugerindo que o foco não estaria nos interesses da população, mas em ganhos pessoais.
Busca e apreensão contra Bolsonaro
Na mesma linha de notícias, a PF cumpriu nova busca e apreensão na casa de Bolsonaro por determinação do ministro Alexandre de Moraes. O mandado visava armas, munições, acessórios e documentos de registros de armamentos. A ação durou cerca de uma hora e, segundo a PF, não há armas encontradas. O cumprimento ocorreu após o STF manter a prisão domiciliar de Bolsonaro, mas determinar que todas as armas em seu nome fossem entregues à PF.
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