No tabuleiro político da Bahia, o PSD coloca Edvaldo Brito como prioridade para a primeira suplência do senador Jaques Wagner. A jogada, ainda em fase de negociação, envolve também o PSB e o governo estadual, que acompanham cada passo para evitar ruídos entre as siglas.
Entre os nomes cotados para a vaga, surge a deputada federal LíDICE da Mata, presidente estadual do PSB, ao lado de Edvaldo Brito. Lídice aposta no diálogo direto com Wagner e vê na eventual volta ao Senado um gesto de gratidão, além da atuação da parlamentar na capital baiana.
Durante a caminhada do 2 de Julho, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou que a primeira suplência de Wagner já estaria acordada para o PSD, mas o anunciou ainda depende de acordos em aberto. “Existe um acordo para que a suplência seja do PSD. Estamos dialogando com Otto Alencar e Wagner está mediando”, ressaltou, mantendo a expectativa de avanço em um ritmo natural.
No cerne das decisões, a leitura interna no PSD segue uma linha pragmática: se Jerônimo sinalizou apoio, a indicação de Edvaldo Brito ganha consistência. A bancada da sigla na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) já externou apoio público à indicação, reforçando o que pode se tornar um desfecho também no plenário.
O desfecho depende, agora, das costuras entre siglas e da anuência final das lideranças. A definição tem o potencial de rearranjar alianças regionais e influenciar o cenário político da Bahia em 2025. E você, o que acha dessa movimentação para a suplência de Wagner? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão.
