Golpista é preso após dar tombo de R$ 1 milhão em venda fake de carros

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Resumo: A Polícia Civil do Distrito Federal, com apoio das polícias Civis do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, deflagrou a Operação Auto Ilusão para cumprir mandado de prisão contra Leonardo Araújo de Queiroz, suspeito de estelionato envolvendo venda de veículos. A ação ocorreu nesta quarta-feira, na região norte fluminense. Meta descrição: Polícia Civil do DF deflagra a Operação Auto Ilusão para prender Leonardo Araújo de Queiroz, suspeito de estelionato envolvendo venda de veículos.

No inquérito aberto pela 23ª Delegacia de Polícia (Ceilândia), uma das vítimas relatou prejuízo de cerca de R$ 80 mil após pagar por um automóvel que não foi entregue. Ao longo das investigações, foram identificadas mais de 26 ocorrências envolvendo Leonardo no DF somente neste ano, muitas ligadas a negociações de veículos, com prejuízos que já passam de R$ 1 milhão.

Os agentes localizaram o foragido no Espírito Santo após monitoramento indicar Guarapari. Novas informações, obtidas com apoio da PCEES, mostraram que ele seguiu para o Rio de Janeiro. Com o aprofundamento da inteligência policial, o DF o encontrou no bairro do Méier, na capital fluminense, e, diante do risco de fuga, as informações foram repassadas à PCERJ, que cumpriu o mandado de prisão preventiva.

Compra de carros de luxo: em 2023, Leonardo esteve envolvido em outra operação da PCDF que mirou uma organização criminosa responsável por aplicar golpes em dezenas de clientes e lavar dinheiro comprando veículos de alto valor na Cidade do Automóvel (DF).

A investigação aponta que as lojas Grand Car e 2M Motors eram usadas para atrair vítimas, com clientes deixando carros em consignação e não recebendo o dinheiro. Os sócios Michel de Carvalho Santos e Matheus Dias Serrão foram apontados como líderes, enquanto Plínio Araújo Pereira atuava como gerente e os vendedores incluíam Leonardo Araújo de Queiroz e Jonatham Lucas Araújo Lima.

Os investigadores concluíram que os golpistas, de fato, eram os donos dos veículos caríssimos, porém colocavam todos os documentos em nome de terceiros para evitar o rastreamento da polícia e de seus inúmeros credores decorrentes dos golpes.

Entre os crimes atribuídos ao grupo estão organização criminosa, lavagem de dinheiro, estelionato, porte ilegal de arma de fogo, violência doméstica, receptação e desacato, com investigações que continuam para mapear o fluxo financeiro e as ligações entre as vítimas.

E você, o que pensa sobre golpes envolvendo venda de carros de luxo e a eficácia de ações coordenadas entre estados para combater esse tipo de crime? Comente abaixo com suas opiniões e experiências.

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