CazéTV diz que não foi notificada de penhora de pagamentos a Romário

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Penhora recai sobre pagamentos da CazéTV em caso envolvendo Romário, dívida de mais de R$ 34 milhões

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que os pagamentos que a CazéTV recebe para o ex-jogador Romário sejam penhorados para quitar uma dívida superior a 34 milhões de reais. A decisão envolve a empresa e o senador, já com tramitação em andamento, após o descumprimento contratual com a Koncretize.

A 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, responsável pelo caso, exigiu que a CazéTV apresente a íntegra dos contratos firmados com Romário, além de propostas, notas fiscais, recibos, comprovantes de pagamento e demais documentos relacionados à contratação do ex-jogador. Em caso de contratos firmados por intermédio de outras empresas do grupo, a Justiça pediu que a parte pagadora seja identificada com seus dados completos.

A disputa começou em 2011, quando Romário teria firmado acordo de 1,5 milhão de reais com a empresa. Com inadimplemento, o valor cresceu ao longo dos anos e hoje está estimado em aproximadamente 34,2 milhões. Anteriormente, a decisão já resultou na penhora de bens como uma lancha e veículos de luxo do senador.

O tribunal também determinou que quaisquer rendimentos futuros provenientes da CazéTV, referentes a Romário, estejam sujeitos a penhora até a quitação da dívida. Em momento anterior, Romário indicou que abriria mão do salário de parlamentar durante a Copa do Mundo de 2026, caso esteja atuando como comentarista da emissora.

“Voluntariamente abri mão do meu salário por todo o período que estarei acompanhando a Copa. Não receberei salário desde o primeiro dia da Copa e o que for pago será devolvido aos cofres públicos. Que isso fique bem claro.”

Entre dezembro de 2025 e abril de 2026, Romário afastou-se por 120 dias, com o suplente Bruno Bonetti assumindo a vaga temporariamente. A assessoria do senador afirmou que a decisão de atuar remotamente já havia sido comunicada e aprovada pelo Senado, mantendo as atividades parlamentares sem afastamento formal.

A reportagem também destaca que a Justiça solicitou documentos como contratos, notas fiscais e comprovantes de pagamento para esclarecer a relação entre Romário, a CazéTV e demais empresas ligadas ao grupo. Em meio a isso, imagens associadas ao caso são utilizadas para contextualizar o episódio.

Em meio ao acúmulo de informações e provas, o caso continua em tramitação, com novas informações que podem impactar o recebimento de valores pela emissora e a situação financeira do senador envolvido. Queremos saber sua opinião: o que você acha dessa decisão e do uso de plataformas de mídia para contratos de figuras públicas? Comente abaixo.

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