Senador Lindsey Graham, de 71 anos, era um aliado próximo do presidente norte-americano

Resumo: O senador Lindsey Graham, 71 anos, um dos mais próximos aliados de Donald Trump, foi encontrado morto. Trump afirmou ter conversado com Graham horas antes do falecimento e o descreveu como parte da família, dizendo que, apesar de cansado, ele estava bem. Graham voltara recentemente de uma viagem a Kiev, onde se reuniu com o presidente Volodymyr Zelensky. A medicina legal aponta, em hipótese preliminar, para uma ruptura da aorta causada por arteriosclerose.
Ainda segundo Trump, em declarações ao Meet the Press, da NBC News, Graham mantinha o foco em avançar reformas eleitorais. O presidente afirmou que Graham, de 71 anos, queria aprovar o SAVE America Act; “Nós vamos conseguir, Lindsey. Nós vamos conseguir. Te vejo em breve”, disse Trump.
Nas redes sociais, Trump ordenou que as bandeiras do país fossem hasteadas a meio mastro até o próximo sábado, às 18h, em memória ao senador. Desde que a notícia ganhou cancha pública, colegas e apoiadores lamentaram a perda de um veterano da política externa e da trajetória GOP.
O gabinete de Graham informou que a morte ocorreu após uma breve e repentina doença. As conclusões preliminares do médico legista indicam ruptura da aorta, uma artéria cardíaca, associada à arteriosclerose. Graham era republicano de Carolina do Sul e uma figura-chave no Partido, conhecido por sua atuação em temas de defesa e política externa.
A perda deixa o Senado americano sem um de seus nomes mais influentes entre o palanque de Trump e a agenda legislativa, sinalizando um momento de luto e de reavaliação entre aliados e opositores sobre o legado de Graham e o papel de Washington em tempos de crise.
