Dois incidentes de agressões a árbitros marcaram o futebol amador do interior baiano neste domingo (26), envolvendo Mutuípe e Sapeaçu. Em Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá, a decisão do campeonato local terminou de forma conturbada após a revisão de lance com o VAR, com o técnico Samuel, da Alpha Betano, reagindo contra o árbitro. O placar de 1 a 0 definiu o título para o Cajá, e a partida foi encerrada antes do tempo regulamentar pela falta de segurança para a arbitragem. Em Sapeaçu, na final municipal, o Lagoinha foi derrotado pelo Bebe Água por 1 a 0, mas houve uma paralisação de cerca de 11 minutos após agressão de um jogador do Lagoinha ao árbitro José Lourenço.
As ocorrências evidenciam episódios de violência durante decisões em partidas locais do interior baiano, com desdobramentos na segurança das equipes de arbitragem e no desfecho dos campeonatos.
Em Mutuípe, a tensão ganhou corpo após a marcação de um pênalti que o árbitro reviu com o auxílio do VAR, gerando protestos da Alpha Betano. Segundo apuração, o incidente culminou na agressão descrita e na confirmação do Cajá como campeão com a vitória por 1 a 0. A partida foi encerrada antes do tempo regulamentar devido à insegurança para a arbitragem.
Em Sapeaçu, o lance ocorreu após o árbitro José Lourenço expulsar Paco, do Lagoinha, durante a decisão entre Lagoinha e Bebe Água. Paco desferiu socos contra o árbitro dentro de campo, e a confusão foi contida apenas após intervenção de pessoas presentes. A paralisação durou cerca de 11 minutos, e o Bebe Água saiu vitorioso por 1 a 0, sagrando-se campeão municipal.
Segundo informações divulgadas pelo Blog do Valente, parceiro do PrimeiroJornal, a final em Mutuípe teve desdobramentos ligados à decisão de pênalti revisada com o VAR. Já conforme publicação do Itatim News, parceiro do PrimeiroJornal, o episódio em Sapeaçu envolveu expulsão e agressões, com a contenção da confusão no gramado.
