Segundo informações da Reuters, parceira do PrimeiroJornal, na quinta-feira (30), o dólar comercial fechou em R$ 5,061, com queda de 0,93%, atingindo o menor nível em quase dois meses. A Ibovespa subiu 1,88%, aos 177.158 pontos, enquanto o Brent recuou para US$ 86,88 o barril (-1,37%) e o WTI caiu para US$ 83,59 (-1,03%).
O recuo do câmbio ocorreu após dados de inflação dos Estados Unidos mostrarem que o núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE) avançou apenas 0,1% em junho, abaixo da expectativa de 0,2%. O resultado reforçou a leitura de que o Federal Reserve pode não precisar elevar os juros no curto prazo, favorecendo ativos de maior risco, como ações e moedas de emergentes.
Nesse cenário, relatos de operadores indicaram maior demanda por ativos brasileiros, especialmente ações de grandes empresas, o que amplia a oferta de dólares no mercado e contribui para a valorização do real. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, recuou 0,93%, pressionado pela valorização do iêne japonês.
O ambiente externo mais favorável também impulsionou a Ibovespa, que encerrou o pregão com alta de 1,88%. O movimento acompanhou ganhos nas bolsas internacionais: Dow Jones (+1,19%), S&P 500 (+1,67%) e Nasdaq (+2,78%). A leitura de inflação mais branda alimenta a expectativa de que a taxa Selic possa permanecer em patamar estável nos próximos meses, ajudando a atrair fluxos para ativos nacionais.
Na sessão de commodities, o petróleo fechou em queda após trajetória de alta anterior: o Brent ficou em US$ 86,88 o barril (-1,37%) e o WTI em US$ 83,59 (-1,03%). O mercado também monitorou negociações envolvendo o Estreito de Ormuz e a reunião da OPEP+, marcada para este domingo, que pode definir novos níveis de produção.
Com informações da Reuters.
PALAVRAS-CHAVE: dólar, Ibovespa, petróleo, Brent, WTI, PCE, Fed, DXY, OPEP+, Reuters
META DESCRIÇÃO: Dólar recua, Ibovespa avança e petróleo cai após dados de inflação nos EUA; mercado also acompanha OPEP+ e fluxos estrangeiros para ativos brasileiros.
