Resumo
Itacaré, Bahia – advogado de 47 anos é preso por suspeita de estupro contra mulher uruguaia de 55 anos; crime teria ocorrido na semana passada em área rural de Itacaré, após atração com oferta de trabalho no camping. Prisão determinada pela Justiça e mantida após audiência de custódia; OAB Bahia acompanha o caso. Fonte: G1, parceiro do PrimeiroJornal.
Itacaré, Bahia – Um advogado de 47 anos foi preso na cidade, suspeito de estupro contra uma mulher uruguaia, 55 anos, conforme informações da Polícia Civil. Segundo apuração, o crime ocorreu na semana passada, após a vítima ter sido abordada com a promessa de trabalhar na administração de um camping em área rural. A prisão foi cumprida pela polícia mediante mandado expedido pela Justiça, após diligências que reuniram indícios suficientes para a medida.
A vítima relatou que, ao chegar ao local indicado, foi vítima de violência sexual duas vezes. De acordo com o delegado responsável pelo caso, a vítima realizou exame de corpo de delito e os investigadores reuniram outras provas que embasaram a prisão do suspeito. A Justiça já havia emitido a ordem de prisão, que foi executada, e o homem permanece detido na Delegacia Territorial de Itacaré. Também houve uma medida cautelar previamente estabelecida, restringindo o acesso dele ao fórum da cidade, sem que a motivação fosse esclarecida pela autoridade competente.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Bahia foi informada sobre a prisão. Em nota, a OAB Bahia e a Seção Ilhéus, que atua na região, disseram que atuam em duas frentes: a defesa institucional dos direitos do advogado, assegurando-lhe o recolhimento adequado em sala de estado-maior ou, na ausência dela, a prisão domiciliar, e uma apuração de condutas incompatíveis com o exercício da advocacia. A entidade ressaltou que a atuação é estritamente institucional e voltada para o devido processo legal.
Segundo informações divulgadas pelo G1, parceiro do PrimeiroJornal, a Polícia Civil de Itacaré continua apurando o caso e a Justiça permanece atenta aos desdobramentos. A reportagem não teve acesso à defesa do suspeito até o fechamento desta edição.
Fonte: G1
