Grupo do TCP é denunciado por movimentar R$ 3 milhões em sequestros

Escrito por: Diógenes Cunha

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Foto de Mirelle Pinheiro

Crédito: Divulgação/MPRJ

Resumo: Rio de Janeiro: Gaeco-MPRJ denuncia 26 pessoas ligadas ao TCP por sequestros-relâmpago; bloqueio de R$ 5.071.901,91; 2 prisões preventivas e 36 mandados de busca e apreensão. Investigações começaram em 2022; grupo movimentou mais de R$ 3 milhões em sequestros e extorsão via Pix; Iris Maurício da Silva Almeida é apontada como líder do núcleo financeiro.

Rio de Janeiro – A Justiça do estado recebeu a denúncia do Gaeco, braço especializado do Ministério Público do Rio de Janeiro, contra um grupo ligado ao Terceiro Comando Puro (TCP) por crimes de sequestro-relâmpago e extorsão. A denúncia foi apresentada nesta quarta-feira (12/8) contra 26 investigados.

A Justiça determinou duas prisões preventivas e 36 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 5.071.901,91 nas contas dos investigados. A apuração aponta que o grupo movimentou mais de R$ 3 milhões com os crimes durante o período em que atuou.

A investigação, que teve início em 2022, já havia resultando na prisão de 54 pessoas em junho de 2023, acusadas de roubo majorado, sequestro-relâmpago e extorsão mediante Pix.

Segundo o Gaeco, o grupo atraía as vítimas por meio de falsos anúncios de venda de carros publicados em uma rede social. Após o contato, os criminosos marcavam encontros com as vítimas e praticavam os sequestros para realizar transferências bancárias.

Entre os denunciados, Iris Maurício da Silva Almeida é apontada como líder do núcleo financeiro da organização criminosa. Já Vilmara de Morais é citada como integrante responsável por ceder contas bancárias para ocultar os valores obtidos com os crimes.

TCP: grupo é denunciado por movimentar R$ 3 milhões com sequestros

Crédito: Divulgação/MPRJ

As investigações continuam em andamento, com novas diligências previstas para esclarecer todas as etapas do esquema e identificar eventuais desdobramentos no repasse de recursos. O Ministério Público do Rio de Janeiro informou que os autos seguem tramitando e que novas informações podem levar a outras ações judiciais, conforme o andamento processual.

Fonte: Gaeco-MPRJ, Ministério Público do Rio de Janeiro.

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