Resumo jornalístico
Barradão, Salvador: Bahia vence o Vitória por 2 a 0 pela 24ª rodada do Brasileirão, com gols de Alejo Vélez e Jean Lucas.
Rogério Ceni elogia a atuação e cobra manter o ritmo até o fim da temporada. Kike Olivera volta ao time, em meio a negociação.
Bahia encerra uma sequência de empates; jogo mostrou domínio em boa parte, ainda com ajustes para manter o controle nos 90 minutos.
A matéria ressalta a importância de manter o desempenho apresentado no Barradão para as próximas disputas do Brasileirão.
Barradão, Salvador – O encerrou uma sequência de cinco empates ao vencer o por 2 a 0, neste domingo, pela 24ª rodada do Brasileirão. Alejo Vélez e Jean Lucas marcam os gols que garantem o triunfo do Esquadrão.
Pela coletiva após o jogo, o técnico Rogério Ceni elogiou a atuação do Bahia e destacou a postura da equipe, que, segundo ele, precisa manter esse nível até o fim da temporada para sustentar o ritmo na competição.
O treinador afirmou que, se o Bahia repetir o desempenho exibido no Barradão, o padrão pode ser levado adiante nas etapas restantes, algo considerado crucial para a reta final do Brasileirão.
Ceni também avaliou o controle do jogo, reconhecendo, porém, oscilações. O gramado do Barradão foi citado como desafio para manter a bola no chão. Ainda assim, o Bahia conseguiu manter boa parte da superioridade por quase todo o tempo.
Entre as novidades, o atacante Kike Olivera foi titular novamente após período de ausência, em meio a rumores de negociação. O treinador justificou a decisão dizendo que o uruguaio treinou bem na semana e que esse cenário não deve definir a escalação.
Sobre a situação contratual, Ceni afirmou que o clube não deve manter jogadores apenas por salário, ressaltando que ninguém é descartável e que o futebol envolve custos altos. “Ele treinou bem durante a semana e teve uma proposta; avaliou-se o cenário”, comentou, fortalecendo a ideia de decisões técnicas acima de interesses externos.
Resumo jornalístico
Barradão sediau clássico entre Bahia e Vitória; o Bahia domina a maior parte do duelo. Rogério Ceni elogia Alejo Vélez pela adaptação ao ambiente de pressão e rebate narrativas sobre disparidade entre os elencos. Bahia encara o Internacional na Arena Fonte Nova, pela 25ª rodada do Brasileirão.
Bahia rebate narrativas de disparidade com Vitória após clássico no Barradão
Barradão foi o cenário do clássico entre Bahia e Vitória, com o Bahia exercendo domínio na maior parte do confronto e mantendo o controle do jogo. Na análise pós-partida, o técnico Rogério Ceni destacou a atuação de Alejo Vélez, o atacante argentino, pela capacidade de se adaptar ao ritmo intenso do Barradão e pela parceria com Kike e Pulga.
“Ele [Alejo] tá bem acostumado com esse tipo de jogo. Um clima, relativamente, bem hostil. É um competidor, um cara que se adaptou bastante no sentido de luta, de pressão. Ele ajuda muito junto com o Kike e o Pulga. Ele se sente confortável em jogar esse tipo de partida, é um cara que tem entregado muito, um menino fantástico como pessoa. [O gol dele, de pênalti, contra a Chapecoense] talvez foi importante para que ele fizesse a partida que foi hoje”, explicou Rogério.
Apesar do domínio do Bahia ao longo do confronto, Ceni apontou um momento que poderia ter alterado o desfecho. Nos minutos finais do primeiro tempo, Renê teve a principal oportunidade do Vitória ao sair cara a cara com Ronaldo.
“Nós tivemos um grande ponto de desatenção que é inconcebível, é o último lance do primeiro tempo [quando Renê sai cara a cara com Ronaldo], esse foi o grande erro do Bahia no jogo e foi também a grande oportunidade do Vitória no jogo”, disse o treinador.
Ceni rebate narrativas sobre diferença entre Bahia e Vitória O técnico citou as famosas leituras de investimento entre os clubes para esclarecer que as narrativas de superioridade financeira não condizem com a realidade. Segundo ele, há discussão sobre folha salarial, mas o elenco segue trabalhando para manter a regularidade necessária.
Defesa da construção do elenco O treinador reforçou o processo de montagem do time e a constância alcançada pelo Bahia nas últimas temporadas, destacando que não foi o ano de maior volume de contratações e que o clube busca evolução sustentável, com contratos de longo prazo.
Ponto de reconexão Após interromper uma sequência de empates com o maior rival, Rogério Ceni projetou o próximo desafio como oportunidade de reconectar a equipe com a torcida. “Não é comum um treinador ficar três anos no mesmo clube. Espero que o torcedor esteja presente no domingo”, afirmou.
O Bahia volta a campo no próximo domingo (30), quando recebe o Internacional, às 19h30, na Arena Fonte Nova, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
