Resumo: O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirma perdoar Jaques Wagner (PT) pela declaração de que a escolha dele para o Senado em 2018 foi erro do grupo governista. Em sabatina na TV Aratu, Coronel comenta mudança de grupo político, definindo-a como liberdade. Wagner fez a crítica durante a inauguração do comitê de Lídice da Mata, que foi retirada da chapa de 2018 para abrir espaço a Coronel (PSD).
Durante a sabatina na TV Aratu, nesta quarta-feira (16), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que perdoa Jaques Wagner (PT) pela declaração de que ter escolhido Coronel para disputar o Senado em 2018 foi um erro do grupo governista. “Eu até desculpo o nosso querido colega Jaques Wagner, sei do momento que ele está passando, então, quando as pessoas têm dificuldades, nós temos que perdoar quando sai alguma asneira”, disse durante a sabatina.
Na sabatina, o republicano também comentou a sua mudança de grupo político. Ele afirmou que, apesar de ter sido eleito com o apoio do então grupo governista e de reconhecer a contribuição para sua vitória, também considera que contribuiu para a eleição do Executivo à época. A mudança partidária representou, para ele, uma forma de “liberdade”.
Segundo Coronel, no grupo anterior havia cobrança para que os integrantes seguissem as orientações dos líderes. “E hoje, graças a Deus, pelo menos até agora, a gente tem a liberdade de se expressar, tem a liberdade de contestar coisas que eu não senti ao longo desses 11 anos que eu passei no outro lado”, afirmou.
A declaração de Wagner ocorreu durante a inauguração do comitê de campanha de Lídice da Mata, deputada e candidata à reeleição. Na ocasião, o petista reconheceu como erro a decisão do grupo de não manter a então senadora do PSB na chapa majoritária de 2018. Lídice, que ocupava uma cadeira no Senado, foi retirada da composição para dar lugar a Coronel, então filiado ao PSD.
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