Resumo: No Brasil, a Polymarket aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) como favorito para vencer as eleições, com 60% das apostas, diante de 40% para Lula. A virada ocorreu após ele superar o adversário em 10 de setembro, conforme a plataforma de previsões. Elon Musk reagiu publicamente; a prática de previsões está sob escrutínio legal no país, com o Conselho Monetário Nacional proibindo esse tipo de aposta.
Implicação: A Polymarket funciona como mercado de previsões, com apostas em dinheiro real; porém, esse tipo de atividade é proibido no Brasil. A notícia também destaca a posição do CMN sobre plataformas que operam nesses mercados.
No Brasil, as estimativas da Polymarket indicam o ex-senador Flávio Bolsonaro (PL) como favorito para vencer a eleição presidencial de outubro, com 60% das apostas para a vitória, ante 40% para o presidente Lula. Os números refletem a leitura da plataforma na manhã desta segunda-feira, 21, após Bolsonaro ter ultrapassado Lula em 10 de setembro, elevando sua vantagem em cerca de oito pontos percentuais.
A ascensão de Flávio ocorreu após ele ultrapassar Lula nas previsões da Polymarket em 10 de setembro, aumentando a diferença entre os candidatos. Naquela data, a plataforma marcava Flávio com cerca de oito pontos percentuais a mais, iniciando a semana com 60% de apostas para a vitória e Lula com 40%.
Reação de Elon Musk: o empresário reagiu aos números em uma postagem na rede X, com a expressão “Wow” diante da divulgação dos dados de desempenho entre Flávio Bolsonaro e Lula.
A Polymarket é descrita como uma plataforma internacional de mercado de previsões, onde os investidores negociam apostas com dinheiro real — geralmente criptomoedas — sobre a probabilidade de eventos futuros ocorrerem. O material ressalta que tais estimativas não seguem critérios metodológicos formais, e que o mercado preditivo é proibido no Brasil.
No mês de abril, o Conselho Monetário Nacional aprovou uma resolução que proíbe a oferta e a negociação de apostas atreladas a temas políticos, eleitorais, sociais ou culturais em plataformas que atuam em mercados preditivos no Brasil. Na prática, a resolução impede as plataformas de oferecerem apostas sobre eleições, jogos, reality shows e outros acontecimentos que não sejam econômicos, a critério da CVM.

