Resumo: Renan Santos (Missão) e Aroldo Medina ingressaram no TSE com mandado de segurança para contestar decisão de Dias Toffoli que executou, nesta segunda-feira (31), suspensão de parte da campanha, atingindo propaganda digital, repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates e sabatinas. A defesa aponta falta de contraditório; a PGE já defendia os registros. Ação busca suspender as medidas e cita Lula, Bolsonaro e Caiado para sustentar isonomia. Toffoli também suspendeu perfis e multou; Renan estaria impedido de entrevista na Veja e pode sofrer bloqueio na Jovem Pan amanhã.
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aparece como cenário da ação: Renan Santos, candidato pela Missão, e seu vice Aroldo Medina ingressaram com mandado de segurança para contestar decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu, nesta segunda-feira (31), parte da campanha da chapa, incluindo propaganda digital, repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates, entrevistas e sabatinas.
A defesa sustenta que as medidas foram impostas de ofício, sem contraditório, por alegado atraso na comunicação das redes sociais à Justiça Eleitoral. Os advogados destacam a proporcionalidade da punição e lembram que a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) já havia se manifestado pelo deferimento dos registros de Renan e Aroldo.
A ação solicita a suspensão das medidas e cita líderes nacionais — Lula, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado — que teriam informado redes sociais após o pedido de registro, para sustentar que houve falta de isonomia na punição à Missão.
Além de barrar propaganda e participação em debates, Toffoli também determinou a suspensão de perfis e a aplicação de multas. Segundo a defesa, Renan já foi impedido de participar de entrevista à Veja e haveria outra sabatina na Jovem Pan marcada para amanhã.
