Resumo
Gilmar Mendes foi flagrado com um celular na mão ao votar neste domingo, em Diamantino (MT), no primeiro turno das Eleições 2026. A cena contraria regra do TSE que proíbe aparelhos dentro da cabine. Não houve confirmação de ocorrências pela Justiça Eleitoral até o momento. Palavras-chave: Gilmar Mendes, Diamantino, Mato Grosso, TSE, cabine, celular, eleições 2026.
Diamantino, Mato Grosso — O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, foi flagrado com um celular na mão ao registrar seu voto neste domingo, na Escola Estadual Plácido de Castro, durante o primeiro turno das Eleições 2026. O episódio ocorreu enquanto o magistrado votava, dentro de uma manhã marcada pela abertura do pleito.
Regra eleitoral — A situação envolve as regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), especialmente a Resolução 23.751/2026, que veda a presença de celular, câmera fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que possa comprometer o sigilo do voto dentro da cabine, mesmo que desligado. Segundo a norma, o eleitor deve desligar o aparelho e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora.
Mendes votou por volta de 9h50 e saiu do local sem atender aos jornalistas. Até o momento, não há confirmação pública sobre registro da ocorrência pela mesa receptora nem sobre qualquer medida tomada pela Justiça Eleitoral a respeito do caso.
Precedente — O episódio também remete a um histórico envolvendo o próprio ministro. Em 2022, Mendes negou um habeas corpus apresentado por um advogado que buscava autorização para levar celular à cabine de votação, destacando que a proibição já estava prevista na legislação eleitoral.
De acordo com orientações divulgadas pelo TSE neste domingo, celulares podem acompanhar o eleitor até a seção para a apresentação do e-Título, mas não podem ir à cabine. A orientação recomenda ainda o uso de uma “colinha” de papel para consultar os números dos candidatos durante a votação.

