Resumo: Congresso terá 11 senadoras eleitas em 2026, maior recorde da história, elevando o total de mulheres no Senado para 18 a partir de fevereiro de 2027. Lista de eleitas: Mara Rocha (AC), Marina JHC (AL), Rayssa Furlan (AP), Michelle Bolsonaro (DF), Bia Kicis (DF), Gracinha Caiado (GO), Marília Campos (MG), Marília Arraes (PE), Samanda de Lula (RN), Teresa Surita (MDB) e Carol de Toni (SC). Possíveis mandatos até 2031 dependem de cenários políticos regionais.
Palavras-chave: Senado, eleições 2026, senadoras, mulheres na política, Brasil
Recorde histórico nas eleições de 2026: o país registra o maior número já apurado de mulheres eleitas para o Senado Federal, com 11 senadoras em disputa vitoriosa. Em comparação, a eleição de 2022 já havia marcado um recorde anterior, com 8 senadoras eleitas.
Com esse desempenho, espera-se que o Senado tenha 18 mulheres exercendo mandato a partir de fevereiro de 2027. A composição, no entanto, pode sofrer ajustes dependendo de cenários políticos regionais, inclusive em relação a disputas de governo em estados como o Amazonas.
Lista de senadoras eleitas em 2026: Mara Rocha (Republicanos-AC), Marina JHC (PSDB-AL), Rayssa Furlan (Podemos-AP), Michelle Bolsonaro (PL-DF), Bia Kicis (PL-DF), Gracinha Caiado (União-GO), Marília Campos (PT-MG), Marília Arraes (PDT-PE), Samanda de Lula (PT-RN), Teresa Surita (MDB) e Carol de Toni (PL-SC).
Possíveis mandatos até 2031 – A avaliação de continuidade de mandatos aponta para as seguintes situações: Amazonas — se Omar Aziz vencer o governo, sua suplente Cheila Moreira (PT) assume; Distrito Federal — Damares Alves tem mandato até 2031; Maranhão — Lourdinha Pereira tem mandato até 2031; Mato Grosso do Sul — Tereza Cristina tem mandato até 2031; Pernambuco — Teresa Leitão tem mandato até 2031; Piauí — Jussara Lima tem mandato até 2031; Tocantins — Dorinha Seabra disputa o governo e, se vencer, Lucineide Parizi Freitas assume como suplente (União).

