Brasil viveu uma sessão de cautela, com o dólar subindo cerca de 1% e fechando próximo de R$ 5,09, enquanto o Ibovespa recuou por volta de 1%, aos 204.324,26 pontos. O dia foi marcado pela atenção de investidores ao cenário eleitoral e a possíveis medidas econômicas anunciadas pelo governo, incluindo a proposta de tarifa zero para fins de semana.

Crédito: Agência Brasil

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No exterior, o dólar perdeu força frente a outras moedas. No segmento de energia, o mercado registrou direções distintas: o Brent caiu levemente e o WTI avançou.
Principais números (valor de fechamento e variações):
- Dólar à vista: R$ 5,087 (+1,15%)
- Máxima do dólar: R$ 5,098
- Dólar no mês: queda acumulada de 1,70%
- Dólar no ano: queda acumulada de 7,33%
- Ibovespa: 204.324,26 pontos (-1,06%)
- Ibovespa na semana: queda de 2,27%
- Ibovespa no mês: alta de 9,65%
- Petróleo Brent: US$ 105,92 por barril (-0,13%)
- Petróleo WTI: US$ 97,97 por barril (+3,03%)
Dólar perto de R$ 5,10: a moeda americana ganhou fôlego ao longo da sessão e renovou máximas na etapa final, fechando em R$ 5,087, com valorização de 1,15%. O fechamento mais alto desde 2 de outubro foi de R$ 5,216.
O movimento ocorreu em oposição ao recuo do DXY, que caía 0,53% aos 102,015 pontos por volta das 17h.
No cenário doméstico, investidores acompanharam a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral e notícias sobre possíveis medidas fiscais do governo. Entre as possibilidades discutidas esteve a tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados.
Ainda assim, mesmo após três altas consecutivas, o dólar permaneceu com queda de 1,70% em outubro e de 7,33% no ano.
Ibovespa ficou próximo de 205 mil pontos durante boa parte do dia, encerrando em 204.324,26 pontos (-1,06%). O giro financeiro somou cerca de R$ 27 bilhões. Em outubro, o índice registrava alta de 9,65% e, no ano, avanço de 26,81%; na semana, perdas de 2,27%.
Petróleo encerrou sem direção única, com o Brent em US$ 105,92/barril (-0,13%) e o WTI em US$ 97,97/barril (+3,03%), refletindo ajustes de posição após a alta anterior e tensões no Oriente Médio; estoques dos EUA recuaram 8,557 milhões de barris, acima das expectativas. A Agência Internacional de Energia também concordou em acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de reservas, anunciada pelo G7 no início de outubro.
* com informações da Reuters

