Resumo: Ex-ministros do Meio Ambiente e ex-presidentes do ICMBio divulgam, na última sexta-feira (16), um manifesto em defesa das unidades de conservação brasileiras, alertando para propostas que podem enfraquecer o instituto e a proteção de áreas naturais. O texto ressalta a importância dessas áreas para a biodiversidade, água, povos tradicionais e atividades econômicas como agropecuária, pesca, turismo e indústria. Assinam Marina Silva, Carlos Minc, José Sarney Filho e Rubens Ricupero, entre outros. Palavras-chave: unidades de conservação; ICMBio; Marina Silva; meio ambiente; Brasil.
Brasil recebeu, na última sexta-feira, um movimento alinhado com a defesa das áreas protegidas: um manifesto assinado por ex-ministros do Meio Ambiente e ex-presidentes do ICMBio, publicado para reiterar a importância das unidades de conservação e alertar para propostas que possam reduzir a proteção de áreas naturais. A iniciativa reúne nomes de peso e visa manter o foco público nas políticas de preservação.
O documento sustenta que as unidades de conservação protegem a biodiversidade, os recursos hídricos e os territórios de povos e comunidades tradicionais, além de reconhecer a contribuição dessas áreas para setores como agropecuária, pesca, turismo e indústria, bem como sua função na prevenção de riscos climáticos. A linguagem é de defesa das políticas públicas ambientais e de continuidade de ações voltadas à conservação.
Entre os signatários estão ex-ministros como Marina Silva, Carlos Minc, José Sarney Filho e Rubens Ricupero, além de antigos dirigentes do ICMBio. O manifesto convoca a participação da sociedade no debate sobre o futuro das áreas protegidas.
A manifestação reforça a ideia de que a proteção ambiental é estratégica para o país, defendendo o fortalecimento contínuo das políticas públicas ambientais e pedindo engajamento público para discutir caminhos para as áreas sob proteção.

