Em resposta, a diplomacia brasileira classificou a postura do líder argentino como antidemocrática e incompatível com a conduta esperada de um chefe de Estado de um país vizinho e aliado. “A decisão sobre o futuro do Brasil cabe exclusivamente ao povo brasileiro, que se manifestará livremente nas urnas, e sem qualquer tipo de ingerência externa, no domingo, dia 25”, enfatizou o Itamaraty no comunicado.
A pasta também destacou a segurança das urnas eletrônicas brasileiras, ressaltando que o sistema nunca registrou irregularidades e teve a lisura auditada e confirmada por observadores internacionais no primeiro turno.

