Resumo: Yacht Clube da Bahia encaminha investigação à Polícia Civil sobre suposta agressão envolvendo um sócio e uma funcionária que teriam declarado voto em Lula (PT); clube entregou documentos, registros internos e imagens de câmeras para subsidiar a apuração.
Bahia – O Yacht Clube da Bahia encaminhou à Polícia Civil o caso da suposta agressão envolvendo um sócio e uma funcionária que, segundo a denúncia, declarou voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em nota divulgada nesta quinta-feira (22), o clube informou que entregou à polícia documentos, registros internos e imagens das câmeras de segurança relacionadas ao episódio.
De acordo com o comunicado, a medida busca assegurar investigação independente, realizada com os instrumentos legais necessários. O clube afirmou que a iniciativa reflete o compromisso com a transparência, a justiça e o esclarecimento do caso, e disse estar à disposição para colaborar com as autoridades.
O Yacht Clube também informou que, se a apuração comprovar responsabilidades, os envolvidos deverão responder na forma da lei. Caso algum associado esteja envolvido, a instituição promete aplicar as punições previstas no estatuto e no regulamento disciplinar.
A solicitação à polícia ocorre após dois recuos na condução do caso. Na quarta-feira (21), o clube havia informado que a funcionária negou ter sofrido agressão e que a apuração interna não encontrou elementos capazes de comprovar o episódio. Nesta quinta-feira, o sócio Ricardo Cruy, que relatou o caso em áudio, apresentou uma carta à diretoria reconhecendo que a mãe dele não presenciou a cena, como havia afirmado, e pediu desculpas.
Em nota, o clube reafirmou o compromisso com a proteção e a dignidade dos funcionários e repudiou qualquer forma de violência, discriminação ou intimid
