Resumo: Polícia Civil investiga a morte de Marcelo de Oliveira da Rocha, 30, engenheiro, após espancamento em Santos (SP) na madrugada de 24/11.
Faleceu no domingo (25).
Caso é tratado como latrocínio.
Investigadores usam imagens de câmeras, vídeos e depoimentos para identificar suspeitos; Unifesp cobra celeridade na apuração.
Santos, SP — A Polícia Civil investiga a morte de Marcelo de Oliveira da Rocha, 30 anos, engenheiro que sofreu espancamento na madrugada de sábado, em Santos, no litoral paulista, e faleceu no domingo em decorrência dos ferimentos. O caso é apurado como latrocínio, ou roubo seguido de morte.

Crédito: Agência Brasil / EBC

Crédito: Agência Brasil / EBC
Detalhes da agressão Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Marcelo caminhando pela via pública quando dois homens exigem a entrega do celular. Em seguida, mais cinco pessoas se aproximam, cercam a vítima e o atingem com socos e chutes, até ele cair no chão, inconsciente.
Trajeto médico O engenheiro foi socorrido inicialmente à Santa Casa de Santos e, posteriormente, transferido ao Hospital São Paulo, unidade universitária vinculada à Unifesp. A família informou que ele não resistiu aos ferimentos e faleceu em decorrência das agressões.
Contexto político Segundo informações, Marcelo retornava de um ato político na cidade e usava um adesivo de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição. A apuração descreve o episódio como latrocínio.
Investigação em curso As autoridades trabalham com imagens de câmeras de segurança, vídeos disponíveis na internet e depoimentos de testemunhas para identificar os suspeitos e detalhar a participação de cada agressor.
Formação e posicionamento institucional Marcelo era formado em engenharia e cursava mestrado na Unifesp. Em nota oficial, a universidade lamentou o ocorrido e solicitou celeridade nas investigações, destacando a necessidade de esclarecer as circunstâncias e motivações do crime.
“A Unifesp expressa sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Marcelo, neste momento de dor e consternação. A gravidade do ocorrido exige a apuração rigorosa das circunstâncias e motivações da agressão, bem como a identificação e responsabilização dos envolvidos.”
Saiba mais Em cobertura complementar, o Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, traz desdobramentos sobre o caso.
*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior
