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Sindicato nega acusações sobre retenção de ônibus em Salvador

Sindicato nega acusações sobre retenção de ônibus em Salvador
Sindicato nega acusações sobre retenção de ônibus em Salvador

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Resumo: Salvador (BA) — Sindicato dos Rodoviários contesta a responsabilidade pela retenção de ônibus nas garagens durante o segundo turno das eleições (25). Áudios atribuídos ao presidente interino Fábio Primo sugerem adesivação de veículos; CTB é citada. Prefeitura aponta higienização como causa de atraso. Fonte: Informe Baiano.

Palavras-chave: rodoviários, Salvador, eleições, adesivos, CTB, PT, Informe Baiano

Salvador, Bahia – O Sindicato dos Rodoviários da cidade divulgou nesta sexta-feira (30) uma nota contestando a responsabilização pela retenção de ônibus nas garagens durante o segundo turno das eleições presidenciais, no último domingo (25). A manifestação ocorre após a divulgação de áudios atribuídos ao presidente interino da categoria, Fábio Primo, que indicam orientações para adesivar veículos do transporte público.

Na nota, a entidade afirmou que não aceitará acusações sem comprovação e criticou tentativas de atribuir ao sindicato e aos seus diretores a responsabilidade pelos problemas registrados na operação do transporte. A representação dos trabalhadores também defendeu que as circunstâncias do episódio sejam apuradas com transparência.

As gravações, divulgadas pelo portal Informe Baiano na quinta-feira (29), mostram uma articulação de integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) para distribuir materiais e realizar a aplicação de adesivos nas garagens de empresas de ônibus. No domingo da votação, imagens de câmeras de segurança registraram homens colocando adesivos do PT em ônibus que estavam nas garagens.

A Prefeitura de Salvador apontou a necessidade de retirar o material e higienizar os veículos como motivo para o atraso na saída de parte da frota. Em posicionamento anterior, o sindicato afirmou que não tinha responsabilidade pelos atos registrados nas imagens. Na nova manifestação, a entidade voltou a repudiar o que classificou como tentativas de distorcer os acontecimentos e instrumentalizar politicamente o episódio.

LEIA A NOTA COMPLETA:

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