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Defesa Civil orienta população: sem motivos para pânico em relação ao kit de emergência

Defesa Civil orienta população: sem motivos para pânico em relação ao kit de emergência
Defesa Civil orienta população: sem motivos para pânico em relação ao kit de emergência

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RESUMO: Defesa Civil Nacional reforça orientação para montar kit de emergência de 72h como medida preventiva, sem relação com alerta específico; ministério e Sedec explicam autoproteção e monitoramento climático na região Sul do Brasil.

Nesta publicação divulgada pela Defesa Civil Nacional neste domingo, a autoridade busca tranquilizar a população sobre a recomendação de confeccionar um kit de emergência; a orientação é apresentada como preventiva, sem motivo para gerar pânico.

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“Calma! Falar de kit de emergência não é sinal de perigo, é sinal de que prevenir faz parte da rotina”, diz a legenda do post em que a Defesa Civil pede para que “não criemos pânico”.

A nova publicação veio dois dias após a primeira, que já havia incentivado o preparo do kit como uma atitude de prevenção diante de desastres de grande porte, onde a ajuda pode demorar a chegar.

A orientação sugere que todos tenham um kit de emergência capaz de atender necessidades básicas por 72h, incluindo dois litros de água potável por pessoa por dia, alimentos não perecíveis (como enlatados e frutas secas) e medicamentos de uso contínuo e para emergências, além de um kit de primeiros socorros.

A repercussão online foi de debate, com internautas classificando a iniciativa como exagerada e outros manifestando receio de que um desastre esteja próximo.

Em nota divulgada na noite de sábado, o Ministério da Integração e Desenvolvimento informou que a recomendação sobre o kit não está relacionada a qualquer alerta nacional nem a uma previsão de interrupção generalizada dos serviços públicos ou de abastecimento.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) reforçou que divulga com regularidade orientações gerais de autoproteção para diferentes situações de emergência e desastres, incluindo como agir em diversos cenários de risco.

Recomendações semelhantes já haviam sido publicadas anteriormente nas redes sociais da Defesa Civil, como nas postagens de 16 e 29 de março e de 3 de abril.

Condições meteorológicas

Apesar de não vincular as recomendações a um desastre específico, o ministério informou que acompanha de perto as condições meteorológicas no Sul do país, onde chuvas e alagamentos vêm causando estragos.

Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, foram registradas sete tornados — eventos com ventos que podem superar 100 quilômetros por hora — e as autoridades investigam a relação de ao menos quatro mortes com as tempestades.

Para este fim de semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para eventos climáticos extremos no Sul do Brasil.

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