Cientistas apontam novas possibilidades de tratamento para forma de autismo

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Estudiosos desvendaram o mecanismo causador da síndrome de Pitt-Hopkins, que tem características de transtorno do espectro autista (TEA), e conseguiram reverter a sua evolução em modelos de laboratório, abrindo novas possibilidades de tratamento. O grupo de cientistas responsável pela pesquisa é liderado por brasileiros da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade da Califórnia San Diego, nos Estados Unidos.

 
O trabalho é apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e foi publicado nesta segunda-feira (2) na revista Nature Communications.

 
Conforme a FAPESP, os cientistas testaram maneiras de interferir na evolução do quadro e conseguiram reverter os efeitos causados pela mutação. O sucesso obtido nos experimentos abre caminho para o desenvolvimento tanto de medicamentos como de uma terapia gênica.

Facebook Comments

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Tudo o que precisa de fazer para garantir a saúde e bem-estar do seu gato

Os animais de estimação trazem alegria a qualquer casa, no entanto, não são meros acessórios e é preciso tratar muito bem deles. Os gatos...

Em último dia de campanha, ACM Neto prega voto útil

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) destacou na noite deste sábado (1º) a sua confiança de vitória no primeiro turno e...

Caravelas está realizando a entrega de 400 óculos para alunos atendidos no projeto oftalmológico de saúde na escola

A entrega dos 400 óculos completa o objetivo do Projeto Nosso Povo, Nossa Riqueza em cuidar da saúde e melhorar a qualidade de vida...