Economia

Congresso reage a ações da PGR e do STF que miram em emendas e ameaça retaliar governo no Orçamento

O Congresso Nacional vai reagir às ações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e às decisões do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que miraram nas emendas parlamentares e ameaça até retaliar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na elaboração das regras do Orçamento para 2025. Nesta quarta-feira (7), o

BNDES diz que já mobilizou R$ 8,5 bi a empresas gaúchas afetadas por enchentes

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comunicou, nesta quinta-feira (8), já ter mobilizado R$ 8,5 bilhões a empresas afetadas pela tragédia climática no Rio Grande do Sul. Até o último dia 5 de agosto, as aprovações somavam cerca de R$ 4,8 bilhões em mais de 2.680 operações, dentro dos R$ 15 bilhões

Turismo impulsiona criação de novos empregos no Brasil neste ano

Um dos setores que se destacaram e impulsionaram a abertura de vagas de emprego no Brasil no primeiro semestre deste ano foi o turismo. As atividades que mais empregaram foram hotéis, bares, restaurantes e transportes rodoviários. Um em cada 10 empregos criados no primeiro semestre de 2024 foram do setor de turismo, com quase 100

Governo estima cortar 670,4 mil beneficiários do BPC em 2025 com pente-fino

O governo estima que poderá cortar o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a 670.413 mil pessoas em 2025, com base no pente-fino que será realizado no programa visando à verificação da situação cadastral dos beneficiários. Com essa redução na quantidade de beneficiários, a economia no próximo ano pode chegar a R$ 6,5 bilhões. O problema é que a pressão de novas concessões continuará existindo, e a despesa do programa deve subir 5,8% em 2025 em relação ao gasto deste ano. Os

PGR entra com ação no STF para declarar ‘emenda Pix’ inconstitucional

Paulo Gonet, procurador-geral da República, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare a inconstitucionalidade das “emendas Pix”. Decisão foi tomada devido às práticas de deputados e senadores de transferirem valores para estados ou cidades e não apresentarem projetos, convênio ou justificativa para tal – ou seja, assim, não há como entender para que será