BH volta a registrar aumento nos preços dos aluguéis de imóveis em maio

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Os preços dos aluguéis de imóveis em Belo Horizonte voltaram a registrar aumento no mês de maio, com uma inflação de 1,97%; o resultado vem após uma queda nos preços registrada no mês anterior, de -0,07%.
 
Este número faz parte dos dados obtidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que calcula o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), publicados nesta terça-feira (7/6).
 
Essa foi a inflação mais baixa, nos preços praticados na capital mineira, desde dezembro do ano passado, quando os valores subiram 1,17%. Já o acumulado em 12 meses manteve a tendência de crescimento e passou de 14,87% para 15,96%, superando a série histórica pela terceira vez consecutiva.
 
O IVAR subiu 0,59% na média nacional, o que representa uma desaceleração em relação à taxa mensal de 0,82% registrada no mês anterior. Essa é a menor variação de preços já registrada na média nacional desde outubro de 2021, quando houve uma redução de 0,07%.
 
Já nas outras três capitais analisadas, apenas São Paulo apresentou uma deflação nos valores praticados, com redução de 0,26%. O Rio de Janeiro registrou uma variação de 1,31%, enquanto os preços em Porto Alegre subiram 0,87% no último mês.
 
 
A variação acumulada em Belo Horizonte foi superior à média nacional e também às capitais brasileiras. O índice nacional acumulou uma variação de 8,83% em 12 meses, a maior desde o início da série histórica, em janeiro de 2019.
 
Dentre as demais capitais, a que mais se destacou no acumulado em 12 meses foi o Rio de Janeiro, com uma variação nos preços dos aluguéis de 10,33%. Em Porto Alegre o acumulado ficou em 8,06%; já São Paulo foi a única capital a apresentar uma redução, passando de uma variação acumulada de 6,54%, em abril, para 6,49% em maio.
 
Neste ano, Belo Horizonte teve as maiores variações mensais de preços dos aluguéis em três oportunidades, e superou a média nacional em quatro dos cinco meses, com exceção de abril.
 
A mesma tendência pode ser observada nos acumulados de 12 meses, a capital mineira possui as maiores variações acumuladas desde dezembro de 2020, e vem superando a média nacional desde novembro do mesmo ano.

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