Governo de MG empresta área da planta de amônia para Uberaba por 40 anos

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Após colocar à venda a área da planta de amônia e depois suspender a venda no meio do ano passado, o Estado publicou, nesta quarta-feira (29/6), em seu Diário Oficial o empréstimo da área da Planta de Amônia, no Distrito Industrial III, do Governo de Minas para o Município de Uberaba.
 
A cessão foi assinada pelo governador Romeu Zema e pela prefeita de Uberaba, Elisa Araújo. De acordo com a publicação, o termo de passagem do terreno de 1.086.535,44 m² é pelo prazo de 20 anos, prorrogado por mais 20 anos, se necessário.
 
Segundo a Prefeitura de Uberaba, nesse momento a Secretaria de Estado de Planejamento prepara projeto de lei para enviar à Assembleia Legislativa de Minas Gerais para que a cessão da área se transforme em doação, com destinação para investimentos no setor industrial.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Rui Ramos, com a cessão da área ao Município pelo Estado, a prefeitura terá liberdade para dar o melhor destino para o terreno. “Seja fábrica de amônia, termelétrica ou algum outro investimento. Ficamos muito felizes com mais essa conquista do Governo Municipal”, comemorou.

 
“Esse ato do governador demonstra, mais uma vez, sua consideração por Uberaba e a importância que o Município tem para Minas Gerais”, considerou a prefeita Elisa Araújo, ao comentar a cessão da área que possui projeto e infraestrutura básica de fundação.

O projeto da Petrobras foi orçado em cerca de R$ 2 bilhões

 
Com o objetivo de alavancar a produção de fertilizantes em uma das principais regiões agrícolas do país, em 2014 foi iniciada nessa área a primeira etapa da planta de amônia e de ureia de Uberaba, projeto da Petrobrás, por meio do consórcio Toyo Setal Fertilizantes.

Mas, em 2015, os trabalhos foram suspensos com cerca de 30% de execução das obras, sendo que já foram investidos aproximadamente R$ 1 bilhão.

 
 As obras do projeto, orçadas no valor de cerca de R$ 2,1 bilhões, seriam custeadas por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e também incluiria a passagem de um gasoduto, com saída da cidade de São Carlos (São Paulo), passando pelo Triângulo Mineiro até o estado de Goiás.
 

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