Policial mata a própria irmã após discussão no Rio de Janeiro

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Uma policial militar matou a própria irmã a tiros após uma discussão em um posto de combustíveis de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com testemunhas, Rayana Melo teria sido alvejada dentro de um banheiro e faleceu no próprio local.

A autora do homicídio é Rhaillayne Oliveira Melo, de 23 anos, lotada no 7º Batalhão de Polícia Militar de São Gonçalo. Ela foi presa pelo próprio marido, também policial, integrante da 2ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP1) do 16º BPM de Olaria.

As irmãs haviam ido em uma festa e pegaram um carro de aplicativo. Numa parada no posto, elas começaram a discussão. A policial voltou com um revólver  e efetuou os disparos.

???Elas vieram aqui da outra rua, onde tem vários bares, e elas já estavam discutindo lá. Aqui tem um banheiro e elas vieram aqui para esse banheiro e começaram a discutir, até que aconteceu esse fato lamentável. Só escutei o barulho, muito, muito tiro???, disse Josiane Silva, atendente do posto, ao portal G1.

Segundo o G1, familiares das jovens estiveram no local do crime e, muito abalados, não falaram com a imprensa. A Polícia apreendeu a arma de Rhaillayne e a encaminhou para a Delegacia de Homicídios de Niterói.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Operação Agulha Oculta investiga coordenador legislativo por venda de Mounjaro paraguaio

Operação Agulha Oculta, da Polícia Civil de São Paulo, mira um suposto esquema de importação irregular e venda de tirzepatida — conhecida como...

Lava Jato: executivos são condenados a até 14 anos de prisão por fraude em licitações

A Justiça Federal no Paraná condenou seis executivos e operadores financeiros envolvidos em contratos fraudados com a Petrobras, em uma etapa remanescente da...

Operação Agulha Oculta investiga coordenador legislativo por venda de Monjaro paraguaio

Operação Agulha Oculta investiga a venda de Monjaro paraguaio e resultou na apreensão de 22 ampolas de tirzepatida, além de celulares, seringas, embalagens...