Operação policial no Complexo do Alemão deixa ao menos cinco mortos nesta quinta

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Uma operação conjunta realizada entre a Polícia Militar e a Polícia Civil do Rio de Janeiro ocorreu nesta quinta-feira, 21, no Complexo do Alemão, na zona norte da capital fluminense. O objetivo é combater o roubo de veículos, de carga e a bancos, segundo a inteligência dos órgãos envolvidos. Os agentes foram recebidos a tiros no local. Moradores da comunidade relatam tiroteio que ocorre até com rajadas de metralhadoras. Pelo menos um PM e quatro suspeitos foram mortos no confronto. Uma mulher ficou ferida por disparo de arma de fogo e deu entrada na UPA Alemão. A Unidade de Polícia Pacificadora foi informada do caso dela. Até o momento, dois fuzis foram apreendidos pelos agentes.

Cerca de 400 agentes de segurança da equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil atuam na operação, com apoio de quatro aeronaves, dez veículos. Eles buscam por bandidos que atuam nas regiões do Grande Méier, Irajá e Pavuna. Há ainda policiais militares do 3ºBPM (Méier), do 41ºBPM (Irajá) e de outros batalhões do 2º Comando de Policiamento de Área (Zonas Norte e Oeste da cidade do Rio de Janeiro) atuando nas comunidades Juramento e Juramentinho.

Segundo as secretarias do governo do Rio de Janeiro, as bases das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) das comunidades Fazendinha e Nova Brasília foram atacadas por criminosos, que também derramaram óleo em via pública e atearam fogo em objetos. O PM que morreu na operação, citado acima, foi o Cabo Bruno de Paula Costa, que estava trabalhando e ficou ferido quando a base da UPP Nova Brasília foi atacada por criminosos em retaliação à operação. Ele foi socorrido ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, mas não resistiu ao ferimento.

Ainda segundo as polícias, um grupo de criminosos do Complexo do Alemão vem praticando roubos de veículos principalmente nas áreas dos bairros do Grande Méier, Irajá e Pavuna. Eles também teriam realizados roubos de veículos e de cargas como de óleo diesel, para derramar em ladeiras quando estivessem ocorrendo operações, visando dificultar o avanço de guarnições policiais.

*Texto em atualização

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