Instituto Reação lança polo em parceria com projeto de Luciano Corrêa

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O Instituto Reação, projeto social e esportivo que tem o ex-judoca e medalhista olímpico Flávio Canto como um dos fundadores, lançou nesta quinta-feira (1) um polo em Belo Horizonte. A iniciativa tem como parceiro o Instituto Arrasta, criado há dez anos por Luciano Corrêa, também ex-atleta e campeão mundial de judô.ebcebc

A sede fica na Avenida Bernardo Vasconcelos, 288, no bairro Cachoeirinha, zona noroeste da capital mineira. A expectativa é de que o polo atenda cerca de 240 alunos, muitos oriundos do instituto de Luciano, que passará a integrar o comitê diretivo do Reação. O mesmo aconteceu com o judoca David Moura, vice-campeão mundial, quando firmou parceria entre o projeto que desenvolveu em Cuiabá e o de Flávio, há dois anos.

???Sempre acompanhamos o trabalho do Esporte Sem Fronteiras, depois como Instituto Arrasta e agora juntando forças com o Reação. A ideia é ficar ainda mais forte e gerar mais impacto. Então, para a gente, a família aumentou???, declarou Flávio, em nota à imprensa.

???Começamos esse trabalho [Arrasta] com o objetivo de ajudar crianças que não têm oportunidades. Iniciamos o projeto pequeno, humildes. Aos poucos, fomos crescendo e ganhando apoio de algumas empresas. Mas, com a pandemia [da covid-19], começamos a ter muita dificuldade para manter o projeto. Tínhamos demandas de alunos já classificados para o Campeonato Brasileiro e de outras atividades fora o judô para o desenvolvimento dessas crianças, tanto dentro como fora do tatame. Com essa vontade de dar um passo a mais, e trazer oportunidades para mais crianças, nasceu a ideia da parceria”, explicou Luciano no mesmo comunicado.

O Reação surgiu em 2003, na favela da Rocinha, zona sul carioca, para ensinar judô e promover valores do esporte a jovens carentes. Além de Flávio, amigos e o ex-técnico da seleção brasileira de judô Geraldo Bernardes participaram da criação do projeto, que descobriu, entre outros atletas, a judoca Rafaela Silva, campeã mundial e olímpica. Segundo o instituto, são atendidos, atualmente, cerca de três mil alunos em quatro estados (Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e, agora, Minas Gerais).

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