
O Brasil terminou o Mundial de Judô, realizado em Tashkent, no Usbequistão, na segunda posição do quadro geral de medalhas. Nesta quinta-feira, 13, o país poderia ainda ter ficado com mais um pódio na competição, mas foi derrotado na disputa por equipes, no encerramento do torneio ??? os brasileiros caíram logo na primeira fase, diante da Coreia do Sul, em derrota por 4 a 3. Apesar deste resultado negativo, o Brasil fez sua melhor campanha em um Mundial disputado fora de casa. Ao todo, foram quatro medalhas, sendo duas de ouro com Mayra Aguiar e Rafaela Silva, uma de prata com Beatriz Souza e outra de bronze com Daniel Cargnin. Assim, a equipe nacional atrás apenas do Japão. Berço do esporte, o país asiático confirmou o favoritismo e terminou a competição com 12 medalhas, sendo cinco de ouro.
???Nós tínhamos uma expectativa positiva para esse Mundial, mas, obviamente, o resultado foi espetacular. Tivemos quatro medalhas, dois ouros, uma prata e um bronze. Além desse bom resultado, tivemos também um desempenho muito importante dos atletas, em especial no masculino, que não vinha com resultados desde 2017. O Daniel Cargnin, mesmo subindo de categoria, teve uma apresentação fantástica, superou atletas medalhistas olímpicos e mundiais, e conquistou sua medalha, mostrando seu potencial???, analisou Marcelo Theotônio, gerente de alto rendimento da Confederação Brasileiro de Judô (CBJ). O dirigente aposta que os veteranos chegarão aos Jogos Olímpicos de Paris, daqui a dois anos, com chances de medalha. ???Não é à toa que a Mayra é tricampeã mundial, tem três medalhas olímpicas, Rafaela é campeã olímpica, bicampeã mundial. O Daniel vem de resultado olímpico e medalha em Mundial. A Bia com a sua segunda medalha em Mundial Sênior. Esses dados já mostram que eles são atletas consagrados e com potencial imenso para chegar bem em Paris.???

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