Chapa de ACM Neto lidera tempo de propaganda em TV e rádio na Bahia; governistas terão mais de um minuto a menos

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Resumo: Com o encerramento da janela partidária, a Bahia mergulha em uma fase agitada da pré-campanha, com a distribuição de tempo de propaganda de TV e rádio entre as três chapas que disputam o governo estadual e, para o Senado, o peso de cada grupo na tela. O levantamento exclusivo do escritório Ismerim Advogados aponta quem lidera os blocos de exibição, as inserções diárias e os horários já definidos, destacando ACM Neto à frente na comunicação, seguido por Jerônimo Rodrigues e Ronaldo Mansur.

Na Bahia, após a desistência da pré-candidatura ao governo pelo deputado federal José Carlos Aleluia e o anúncio de apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto, três chapas tendem a concentrar a maior parte da exposição midiática: a oposição, liderada por ACM Neto; a governista, encabeçada por Jerônimo Rodrigues; e a terceira, liderada por Ronaldo Mansur, do PSOL.

Na disputa pelo governo, ACM Neto e o pré-candidato a vice Zé Cocá aparecem na frente no tempo de propaganda. Com uma coalizão de sete partidos — União Brasil/Progressistas (federação), PL, Republicanos, PSDB/Cidadania (federação), Podemos, PRD/Solidariedade e DC — o grupo soma 297 segundos, ou 4 minutos e 57 segundos por bloco. Em seguida vem a linha governista, liderada por Jerônimo Rodrigues e com Geraldo Júnior como pré-candidato a vice, reunindo Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), além de PSD, MDB, PSB, Avante e PDT, totalizando 211 segundos, equivalentes a 3 minutos e 31 segundos. A terceira chapa, PSOL/Rede, fica com 31 segundos de propaganda.

Além do tempo em blocos fixos, os candidatos recebem inserções diárias de 30 segundos ao longo da programação. Nesse critério, a coalizão de ACM Neto lidera com 38 inserções por dia, seguida pela chapa de Jerônimo Rodrigues, com 27, e pela federação PSOL/Rede, com 4.

Na disputa pelo Senado, a ordem das chapas permanece estável, com variação apenas no tempo de propaganda. A chapa liderada por ACM Neto tem como pré-candidatos o senador Angelo Coronel (Republicanos) e o ex-ministro João Roma (PL), totalizando 231 segundos, ou 3 minutos e 51 segundos. A coluna governista, com Jaques Wagner e Rui Costa, soma 164 segundos (? 2 minutos e 44 segundos). A federação PSOL/Rede reserva-se 24 segundos de propaganda para o Senado.

ENTENDA OS HORÁRIOS — as propagandas em blocos fixos são exibidas em dias e horários definidos pela Justiça Eleitoral durante o período oficial. A divisão do tempo segue dois critérios: 10% de igualdade entre os candidatos e 90% de forma proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara. Para os cargos do Executivo, como governador, são disponibilizados 9 minutos de exibição; para o Senado, o tempo total fica em 7 minutos.

Horários de veiculação para Senado e governo estadual são definidos para as segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, Senado vai ao ar das 7h05 às 7h07 e das 12h às 12h07; governo estadual, das 7h16 às 7h25 e das 12h16 às 12h25. Na televisão, Senado é exibido das 13h às 13h07 e das 20h30 às 20h37; governo estadual, das 13h16 às 13h25 e das 20h16 às 20h25.

Além dos blocos fixos, as emissoras devem veicular inserções de 30 ou 60 segundos ao longo da programação. Ao todo, são 70 minutos diários destinados a esse formato, também divididos entre tempo igualitário (10%) e proporcional (90%). Desse total, 35 minutos ficam reservados às campanhas majoritárias (presidente, governador e senador) e 35 minutos às proporcionais (deputados federal e estadual). Dentro de cada grupo, 7 minutos são distribuídos de forma igualitária entre os partidos, enquanto 63 minutos seguem o critério proporcional.

Este panorama aponta para uma disputa acirrada pela comunicação pública na cidade, com a estrutura de tempo moldando estratégias, alianças e a visibilidade de cada chapa. A cobertura detalha não apenas quem lidera no tempo de propaganda, mas como as regras de horários, blocos e inserções moldam a comunicação entre os eleitores locais e o conjunto de candidatos. Acompanhe as atualizações à medida que as campanhas avançam e novas definições ganham forma.

E você, leitor da cidade, como percebe a distribuição de espaço na TV, no rádio e nas plataformas digitais? Deixe sua opinião nos comentários: qual coalizão vem melhor aproveitando o tempo de propaganda para apresentar propostas e fortalecer sua caminhada rumo ao voto?

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