Bobô critica Bellintani e fala sobre relação com ex-dirigentes do Bahia; assista

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Campeão brasileiro de 1988 e ídolo do Bahia, Bobô não vê problemas em sentar na mesa de um bar para dividir uma cerveja e trocar uma ideia com o atual presidente tricolor, Guilherme Bellintani. No entanto, existem ressalvas do eterno camisa 8 com o mandatário que conduziu o clube a um acerto com o Grupo City.

 

Em entrevista ao Bargunça Podcast na última quarta-feira (9), o homem da elegância sutil ativou o “modo sincerão”, disse que o dirigente tem problemas com críticas e revelou um encontro recente.

 

“Eu chamaria o Bellintani para tomar um chope, até para discutir futebol. Para ele ouvir um pouquinho. Tudo na vida é conversado… Eu apoiei Bellintani na presidência do Bahia, fiz campanha… Depois percebi que ele tem um problema de não gostar de críticas, processou João Marcelo [zagueiro campeão em 1988]… Tive oportunidade de conversar com ele e ele se queixou de mim”, explicou.

 

“Depois pedi para que ele retirasse o processo de João Marcelo… Falaria um pouco do Bahia, dos erros que ele cometeu nas duas primeiras temporadas. Erros bizonhos, contratações equivocadas…”, acrescentou.

 

Durante o papo com Wagner Miau e Tiago Mithra, Bobô exaltou Paulo Virgílio Maracajá Pereira, que foi presidente do último título nacional do Esquadrão.

 

“Esse é o maior vencedor da história do futebol baiano e do Bahia. Quando o cara é vencedor, não temos que falar muita coisa. Só temos que enaltecer enquanto está vivo. É o maior presidente da história do Bahia disparado. Uma figura espetacular”, afirmou.

 

Para Bobô, no entanto, nem tudo no passado tricolor são flores. Ele criticou o ex-presidente Marcelo Guimarães. Para o ex-atleta, o antigo gestor teve a oportunidade de fazer “mudanças profundas” no clube e não aproveitou.

 

“Foi o cara que me convidou para ser treinador do Bahia, tenho gratidão a ele. Mas está distante de ser o presidente dos sonhos da gente. Se você me perguntar se eu poderia tomar uma cervejinha com ele para falar do Bahia, não chamaria mesmo. No Bahia, ele deixou muito a desejar. Teve uma chance enorme de fazer mudanças profundas no Bahia e fazer um trabalho diferente. Ele teve essa chance, só que ele foi com imposição, sem visão, decisões tomadas por imposição…”, destacou.

 

Assista a resenha completa no vídeo abaixo:

 

 

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