Monark desafia Moraes para conversa e famosos ironizam

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O youtuber Bruno Aiub, 32, conhecido como Monark, desafiou o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, para ir ao seu podcast, e foi ironizado por famosos, que o chamaram de “sem noção”.

Crítico ferrenho de Moraes, a quem já chamou de “ditador”, Monark disse desafiar o magistrado para “uma conversa ao vivo, profunda e respeitosa sobre Brasil, lei e ordem”.

“Eu desafio o Alexanre a vir no ‘Monark Talks’ e ter uma conversa ao vivo, profunda e respeitosa sobre Brasil, lei e ordem. Duvido que aceite, mas tá desafiado”, publicou o youtuber.

Nos comentários da postagem, famosos como o cantor Tico Santa Cruz, a atriz Patrícia Pillar e o humorista Paulinho Serra ironizaram Monark.

“Eu desafio o Axl Rose a vir no show do Detonautas e cantar ‘Paradise City’ comigo'”, escreveu Tico Santa Cruz.

“Sem noção! Hahah vou desafiar a Beyoncé a fazer um showzinho no meu niver, será que ela topa?”, escreveu Patrícia Pillar.

“Quem chega perto de merda sai fedendo”, postou Paulinho Serra.

Recentemente, Monark teve seu canal no YouTube bloqueado por uma decisão judicial, devido ao fato de ter replicado fake news sobre o processo eleitoral brasileiro. Ele culpou Alexandre de Moraes.

Monark compartilhou a live do argentino Fernando Cerimedo, que é apoiador declarado do presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL). Na live, o argentino, sem apresentar qualquer prova, sugeriu que as eleições brasileiras teriam sido fraudadas.

A reprodução da live -gravada na Argentina, segundo Cerimedo- fez com que o deputado bolsonarista eleito Nikolas Ferreira (PL-MG) tivesse as contas do Twitter e do Instagram suspensas por divulgação de informações falsas.

Monark é conhecido nas redes sociais pelo alinhamento com a extrema direita e já foi criticado por defender a criação e legalização de um partido nazista no Brasil.

O nazismo é uma ideologia da extrema direita responsável pela morte de milhões de judeus na Alemanha entre 1933, quando Adolf Hitler chegou ao poder, até 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial.

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